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Holanda, Eslovénia, Áustria e Eslováquia seguem a Finlândia antes autorizar novo resgate.
O efeito contágio do acordo, fechado na terça-feira entre gregos e finlandeses, demorou pouco a chegar aos outros Estados da zona euro. A Holanda, Eslovénia, Áustria e Eslováquia adiantaram ontem que também querem garantias adicionais da Grécia - semelhantes às que Atenas concedeu ao governo finlandês - antes de darem ‘luz verde' ao novo pacote de resgate grego de 109 mil milhões de euros.
O executivo de Helsínquia conseguiu uma garantia em dinheiro, que abre as portas a uma aprovação parlamentar do resgate no próximo dia 6 de Setembro e retira argumentos ao partido eurocéptico "Verdadeiros Finlandeses", o terceiro mais votado nas eleições de Abril. "A Grécia fará um depósito em dinheiro para a Finlândia, que será investido. Com o juro, a quantia será comparável à parte finlandesa no fundo de resgate", disse a ministra das Finanças, Jutta Urpilainen. O valor permanece em aberto, mas os analistas apontam para 1,48 mil milhões de euros. No primeiro resgate grego, Helsínquia contribuiu com 1,60 mil milhões, ou 1,85% do total, face aos 2,1 mil milhões de euros da participação portuguesa. O acordo com a Finlândia "envia uma mensagem aos países de que o voto eurocéptico acaba por ser compensado", crítica Pieter Cleppe, líder do ‘think tank' Open Europe, em declarações à AP.
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