Desporto

31 Mai 2012

Volvo Ocean Race pretende chegar a 2,6 mil milhões

Paulo Jorge Pereira e Marta Talhão
Volvo Ocean Race pretende chegar a 2,6 mil milhões

Número é de audiências televisivas e será o dobro da anterior edição. Após a 5ª etapa estava em 1,17 mil milhões.

Tempestades, piratas dos mares, vagas que varrem velejadores do convés, lesões, desafios à bravura e à resistência humana - a Volvo Ocean Race, que hoje se estreia a passar por Lisboa, representa um pouco de tudo isto. Com o grau de mediatismo que adquiriu ao longo de 11 edições, enfrenta diversos objectivos e Knut Frostad, CEOda prova, revela ao Diário Económico um dos principais:"Duplicar as audiências televisivas da anterior edição, cujo acumulado se situou em 1,327 mil milhões de espectadores".

Ao ritmo actual, Frostad mostra-se optimista. "No relatório feito a meio da prova, em Março, os números estavam em 881 milhões, incluindo a 3ª etapa. Os dados provisórios após a 5ª etapa apontam para 1,17 mil milhões. Depois disso há quatro etapas e cinco stopovers a considerar, portanto, os sinais são positivos. Mas as audiências televisivas acumuladas são só uma das metas. Outra diz respeito ao acompanhamento noticioso e, nesse aspecto, até Sanya já estava superado o número de notícias online, mas também crescemos na imprensa e nas televisões."

Crise económica condiciona
Tratando-se de uma prova que exige forte investimento quer na frota - até 25 milhões de euros por cada um dos seis Volvo Open 70 -, quer nos locais de stopover - APLe João Lagos Sports aplicaram seis milhões de euros -, além de proporcionar retorno até 50 milhões de euros, a Volvo Ocean Race não escapa à conjuntura económica de crise. Frostad reconhece as dificuldades e distribui adaptações. "Organização, cidades dos stopovers e equipas fizeram cortes nos orçamentos, cuidando de ser melhores com menos dinheiro naquilo que fazemos. Mesmo assim, penso que isso não irá reflectir-se nos resultados. Basta lembrar o elevado número de visitantes em cada cidade por onde passámos e o crescimento no plano noticioso. Contudo, teremos de adoptar outras medidas responsáveis para nos enquadrarmos na realidade económica actual".

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