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Sindicatos receiam despedimentos. Para já a palavra de ordem é “esperar para ver”.
Enquanto accionistas e executivos da Portugal Telecom e da Telefónica contam aliados para a assembleia geral de hoje, os funcionários da Vivo, em São Paulo, onde se localiza a sede da empresa, aparecem alheios à disputa dos dois grupos pelo controlo da companhia.
Após um primeiro momento de receio, os funcionários da empresa afirmam que estão mais tranquilos em relação às negociações. "Quando a primeira oferta foi feita, a maioria das pessoas ficou tensa. Sabemos que, se for para unir duas empresas desse porte [Vivo e Telefónica], haverá sobreposição de sectores e demissões. Mas esperamos para ver. A empresa pode não ser vendida", afirma uma funcionária do sector de serviços, que prefere não ser identificada.
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