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“Vivemos um dia histórico”

Francisco Teixeira   e Mariana Adam
18/01/12 11:18

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1 leitores

Passos Coelho diz que o esforço vai tocar “a todos os sectores da sociedade” e que foi encontrada “uma base sólida de entendimento”.

O primeiro-ministro foi esta manhã à concertação social elogiar o resultado alcançado entre Governo, sindicatos e patrões. "Vivemos um dia histórico", disse Passos Coelho assumindo que o país se aproximou da resolução dos "desafios sem precedentes" que tem pela frente.

Durante o seu discurso, depois da assinatura formal do documento, o primeiro-ministro fez questão de realçar a intervenção do Presidente da República no acordo alcançado entre o Governo e os parceiros sociais. "Quero, por esta via, saudar o Presidente da República, que teve uma intervenção importante para o acordo que alcançámos", afirmou Passos Coelho de improviso, já que esta passagem não fazia parte do discurso oficial que foi entregue aos jornalistas.

Recorde-se que na mensagem de ano novo o Cavaco Silva sublinhou a necessidade de aprofundamento do diálogo em sede de concertação social. E há uma semana a TSF noticiou que no entendimento do Presidente da República os benefícios da meia hora de trabalho extra não foram suficientemente avaliados e, por isso, deveria haver mais debate sobre a medida que gerou pouco consenso entre o Governo e os parceiros sociais.

Acordo é "mais inovador e audaz" do que o troika previa

Passos Coelho congratulou-se com o facto de este acordo, alcançado em sede de concertação social, ser melhor do que o que estava estabelecido no memorando com a troika. "Não se pode dizer que o acordo ficou preso à letra do Memorando de Entendimento, na medida em que conseguimos em vários aspectos ser mais ambiciosos, mais inovadores e mais audazes do que constava dos nossos compromissos internacionais", afirmou.

O primeiro-ministro defendeu ainda que precisamos de "ter um mercado laboral mais inclusivo e mais aberto" e as alterações agora aprovadas vão, precisamente, nesse sentido. Apesar dos rasgados elogios aos resultados alcançados, o primeiro-ministro deixou claro que é preciso tempo porque "sabemos que estas reformas profundas não produzem resultados imediatamente" e "a economia tem o seu tempo de resposta", logo, insiste, "temos de ser pacientes".


O acordo em sede de concertação social foi selado ao final do dia de segunda-feira, depois de 17 horas de negociações, de fora deste entendimento ficou a CGTP que abandonou as negociações.

 

 





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Comentários (1372)

Dia Histórico ???, | 18/01/12 20:30
dia histórico é quando tu e a tua corja ou levarem um tiro na kornadura ou serem impontados à pedrada, seu filha da grande puuutaa.


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