Mais Lidas
Vídeo
Comunidade
- Conheça as casas que estão à venda no mercado de luxo 00:05
- Deutsche Telekom lança ‘profit warning’ e France Telecom corta dividendo 00:05
- “75% dos produtos em Portugal são produzidos em Castelo Branco” 00:05
- Danone investe 2,7 milhões de euros na fábrica de Castelo Branco 00:05
- Refinanciamento da REN é prioridade da chinesa State Grid 00:05
Passos Coelho diz que o esforço vai tocar “a todos os sectores da sociedade” e que foi encontrada “uma base sólida de entendimento”.
O primeiro-ministro foi esta manhã à concertação social elogiar o resultado alcançado entre Governo, sindicatos e patrões. "Vivemos um dia histórico", disse Passos Coelho assumindo que o país se aproximou da resolução dos "desafios sem precedentes" que tem pela frente.
Durante o seu discurso, depois da assinatura formal do documento, o primeiro-ministro fez questão de realçar a intervenção do Presidente da República no acordo alcançado entre o Governo e os parceiros sociais. "Quero, por esta via, saudar o Presidente da República, que teve uma intervenção importante para o acordo que alcançámos", afirmou Passos Coelho de improviso, já que esta passagem não fazia parte do discurso oficial que foi entregue aos jornalistas.
Recorde-se que na mensagem de ano novo o Cavaco Silva sublinhou a necessidade de aprofundamento do diálogo em sede de concertação social. E há uma semana a TSF noticiou que no entendimento do Presidente da República os benefícios da meia hora de trabalho extra não foram suficientemente avaliados e, por isso, deveria haver mais debate sobre a medida que gerou pouco consenso entre o Governo e os parceiros sociais.
Acordo é "mais inovador e audaz" do que o troika previa
Passos Coelho congratulou-se com o facto de este acordo, alcançado em sede de concertação social, ser melhor do que o que estava estabelecido no memorando com a troika. "Não se pode dizer que o acordo ficou preso à letra do Memorando de Entendimento, na medida em que conseguimos em vários aspectos ser mais ambiciosos, mais inovadores e mais audazes do que constava dos nossos compromissos internacionais", afirmou.
O primeiro-ministro defendeu ainda que precisamos de "ter um mercado laboral mais inclusivo e mais aberto" e as alterações agora aprovadas vão, precisamente, nesse sentido. Apesar dos rasgados elogios aos resultados alcançados, o primeiro-ministro deixou claro que é preciso tempo porque "sabemos que estas reformas profundas não produzem resultados imediatamente" e "a economia tem o seu tempo de resposta", logo, insiste, "temos de ser pacientes".
O acordo em sede de concertação social foi selado ao final do dia de segunda-feira, depois de 17 horas de negociações, de fora deste entendimento ficou a CGTP que abandonou as negociações.
Notícias da mesma categoria
Publicidade
Acções do PSI 20





