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A companhia aérea ‘low-cost' está também interessada em concorrer com a TAP nos voos domésticos, com ligações entre Lisboa e Porto.
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A ‘low-cost' irlandesa Ryanair está a estudar a possibilidade de vender bilhetes de avião a passageiros que estejam dispostos a viajar de pé em rotas de pequeno curso.
De acordo com a empresa, a medida pode aumentar a capacidade dos aviões em 30% e reduzir custos em 20%.
O presidente executivo da empresa, Michael O'Leary, afirmou que, caso a ideia seja aprovada pela autoridade de aviação irlandesa, esta será implementada através da adaptação de aviões já existentes e nos novos aparelhos que entretanto sejam comprados, já com o interior modificado.
Segundo o mesmo responsável, a empresa já falou com a Boeing sobre a viabilidade de um projecto para modificar a parte traseira dos aviões para instalar uma série de "assentos verticais", semelhantes às cadeiras de um balcão de bar.
Assim, acrescenta, o passageiro poderá sentar-se e colocar o cinto ou permanecer de pé, quando as condições de voo permitirem e a viagem não superar os 90 minutos de duração.
Para o porta-voz da empresa, Stephen McNamara, a iniciativa está em total conformidade com os procedimentos de segurança. O mesmo responsável destacou ainda que os passageiros vão pagar menos pelo bilhete caso optem por viajar em pé. Segundo o "Daily Mail", um esquema similar foi posto em prática recentemente pela companhia chinesa Spring.
Esta é a última de uma série de medidas de redução de custos postas em prática pela Ryanair. Entre as outras iniciativas estão a intenção de obrigar os passageiros a levar a sua própria bagagem até ao avião, a cobrança de 1 libra esterlina para a utilização da casa de banho durante o voo e a introdução de um imposto de obesidade para passageiros com excesso de peso.
Desde Outubro do ano passado que a companhia irlandesa não dispõe de balcões de 'check-in' nos aeroportos, sendo o cliente obrigado a fazer o procedimento via internet. Caso tenha bagagem a despachar, o passageiro tem de pagar uma taxa.
A companhia aérea ‘low-cost' está também interessada em concorrer com a TAP nos voos domésticos em Portugal, com ligações entre Lisboa e Porto, agora que anunciou a criação de uma base permanente a partir da cidade nortenha. A entrada deste operador no mercado interno poderá ocorrer já a partir de Outubro.
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Comentários (102)
Para voos até 90 minutos? Boa! Mas eu quero a Sport TV no avião pois assim levo umas cervejas na bagagem de mão +uns amendoins e dá para ver uma futebolada durante o voo.
As libras para ir à casa de banho e o preço extra para obesos acho um abuso, como acho que é um abuso pagar para ir à casa de banho onde quer que seja em terra, mas esses povos do norte têm a mania de fazer isso.
Mas andar de pé não tem mal nenhum. Tendo cintos em lugares verticias, é tão provável bater com as cabeças como quando se está sentado: note-se que grande parte das pessoas viaja sentada sem cinto de segurança, logo pode perfeitamente bater com a cabeça se sujeita a turbulência.
O conforto é sem dúvida muito mau, mas tendo em conta que se paga 20 euros em vez de 200, pode-se comparar a uma pensãozita ou uma pousada da juventude com um hotel. E note-se que apesar de custarem perto de 150 ou 200 euros, as companhias à séria não podem ser comparadas a um hotel de 4 estrelas: já nem refeições oferecem, a TAP dá umas sandezitas mal arranjadas...
longe vai o tempo em que viajar de avião permitia cenas como as do filme "EMMANUEL". Hoje a pagar o uso dos sanitários, transporte das malas e em pé , acho que o filme só de terror.
Sinceramente, parece-me uma óptima iniciativa.
Além do que só vai neste tipo de viagem quem quer, ninguém é obrigado.
E se respeita todas as normas de segurança, não estou a perceber qual o problema!
Eu acho que o problema é mesmo nosso, do nosso país. Temos uma mentalidade pouco adaptável à mudança.
Se não fossem estas low-cost, muitas pessoas não teriam tido a oportunidade, como hoje têm, de viajar país fora, dado que os preços eram muito dispendiosos.
Se não concordem, continuem a usar as outras empresas. Eu cá não me importo de ir em pé uma hora, se se mantiverem todas as condições normais de segurança e se o meu bilhete for mais barato 20%.
Já parece a ida dos imigrantes para os EUA no início do séc. XX. Que é como quem diz, amontoados no convés. Pior, só mesmo os barcos negreiros, no chamado Comércio Triangular, no séc. XVII. Por questões de segurança, devem amarrá-los aos bancos.
Com todas estas medidas para cortar nos custos, começo a desconfiar da manutenção destes aviões… Eu quero viajar barato mas, com segurança…
Qualquer dia somos mandados de catapulta…
brevemente vamos em contentores como de gado se trata-se .
para praticar os preços que praticam ,têem que fugir a algumas regalias ...
Esperamos que nao fujam na manutenção da euronave...
Podiam fazer uns beliches como nos submarinos, a malta entrava e ia para o beliche, claro que homens para um lado, mulheres para outro. Os beliches tinham que ser à medida, senão havia "menino" que só queria andár de avião. Além daqueles que só pegam de enpurrão, que não saíam do aeroporto.
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