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Até Novembro foram criadas mais de 24 mil vagas na Bolsa de Emprego Público. Foi quase o triplo de 2008.
A criação de postos de trabalho no Estado aumentou em 2009, ano de eleições e da entrada em vigor em pleno da reforma da Função Pública, invertendo assim a tendência de queda registada desde 2005, altura em que o Governo anunciou a necessidade de emagrecimento da máquina do Estado.
Segundo os dados da Bolsa de Emprego Público (BEP), a que o Diário Económico teve acesso, de Janeiro a Novembro foram criados 24.446 postos de trabalho no Estado, o que representa quase o triplo da criação de oportunidades de emprego verificada no mesmo período do ano passado (cerca de 8.800).
Fonte do Ministério das Finanças justifica o aumento deste ano com a entrada em vigor em pleno da reforma da Função Pública, que permitiu aos dirigentes uma maior flexibilidade orçamental. As novas leis deixam os dirigentes optarem por atribuir o orçamento disponível para recrutamento, progressões ou prémios de desempenho, o que até aqui lhes era vedado.

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Comentários (6)
Isto é a vergonha da função pública, afinal o tão falado Prace só serviu para mandar embora perto de 2000 funcionários sérios e trabalhadores em que o único senão, foi não serem próximos ou familiares das chefias. Haja vergonha. E ainda serviu para criar a Gerap que não gere coisa nenhuma, pois o único factor continua a ser a cunha e a lei é sempre contornada.
Não parece que a função pública necessite de mais pessoal. Excepto, pessoal
auxiliar nos Hospitais. Médicos ou Uns ou outros casos específicos, ou para
a Segurança Social pessoal qualificado vindo de empresas que vão despedir
ou que não podem pagar salários que estão em atraso, precisamente para
tratar com essas empresas para receber as contribuições em atraso, dito
assim pode parecer estranho mas é realista.
MAIS UMA VEZ É TUDO VIRTUAL, O GOVERNO APENAS ESTÁ A METER OS MILHARES DE TRABALHADORES A RECIBO VERDE QUE JÁ ESTAVAM AO SERVIÇO E ALGUNS ESTAGIARIOS. SE FOR FEITO UM ESTUDO IRAM VER QUE ESSES TRABALHADORES DE RECIBOS VERDES REDUZIRAM.....OU SEJA APENAS PASSARAM PARA CONTRATO POR CONTA DO GOVERNO
Confirmam-se as previsões: este governo não fará política de rigor e apenas servirá para tentar repôr a popularidade perdida ao longo dos dois primeiros anos de gestão do executivo anterior. Adeus reformas no Estado, adeus avaliações dos professores e afins, adeus contenção orçamental, etc.
Os previlegiados do regime bem podem cantar vitória.
Os desfavorecidos, como seja o caso dos trabalhadores do sector privado, os futuros pensionistas, a geração trabalhadora que virá a seguir, enfim todos os que estão sujeitos à precaridade laboral terão que esperar por melhores dias ou pelo fim do actual sistema. É que os previlegiados comerão tudo o que falta comer nos próximos anos que virão, até ao desastre final, e quem vier atrás é que terá que fechar a porta.
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