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As mesas eleitorais abriram às 8 horas em Ermelo e Fervença, Mondim de Basto, sem qualquer incidente, uma semana depois do homicídio do marido da candidata do PSD àquela assembleia de freguesia.
Cerca de duas dezenas de militares da GNR estão colocados nas proximidades das mesas de voto, sendo que os que se encontram mais perto das instalações estão desarmados para respeitar a lei.
Até às 8h30 já tinham votado 18 eleitores na secção de voto de Ermelo.
Para a constituição das mesas, o PS convidou militantes do partido de Vila Real.
Uma semana depois do homicídio de Maximino Clemente, em plena assembleia de voto de Fervença, decorrem as eleições naquela freguesia que vão ditar o nome do próximo presidente da autarquia e o último do país a ser eleito nas autárquicas 2009.
O suspeito da morte de Maximino Clemente - marido da actual presidente da junta de Ermelo, que se recandidata ao cargo pelo PSD, Glória Nunes - é o ex candidato do PS, António Cunha que vai aguardar julgamento em prisão preventiva.
Após o crime o PS retirou a candidatura à Assembleia de Freguesia de Ermelo. Glória Nunes mantém a sua recandidatura à presidência da junta de Ermelo como forma de homenagear o marido.
A liderança na Câmara de Mondim de Basto ainda permanece em aberto, tendo em conta que falta apurar a freguesia de Ermelo, com 935 eleitores, sendo a actual diferença de votos entre o PS e o CDS de 417.
Com oito freguesias apuradas, o PS vai à frente com 1.897 votos e dois vereadores eleitos, segue-se o CDS com 1.480 votos e um mandato conquistado e o PSD com 1.221 votos e também um vereador eleito, faltando eleger um mandato.
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