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A AESE – Escola de Direcção e Negócios está atenta às necessidades das empresas.
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A AESE sublinha que a criação de cursos à medida exige um diálogo constante com o mundo empresarial.
A tendência internacional no mundo da formação para executivos têm seguido o caminho dos cursos criados à medida. Pressionadas por uma maior exigência por parte das empresas para a criação de conteúdos ajustados totalmente às suas necessidades, escolas de negócios em todo o mundo têm trabalhado para moldar os seus programas à vontade dos seus clientes.
Esta não tem, no entanto, de ser a opção maioritária. "A AESE tem essencialmente uma oferta de formação de inscrição aberta", explica Jorge Ribeirinho Machado, director e professor responsável pela área de Operações e Inovação da AESE, a escola portuguesa parceira do IESE, o nº 1 no ‘ranking do Financial Times da Formação de Executivos. "No entanto, as organizações também nos procuram quer para realizarmos esses mesmos programas só para essas instituições, quer para desenharmos programas à medida. Estes são, naturalmente, muito mais trabalhosos para a escola e para o cliente, e por isso menos frequentes", aponta.
Isto não quer dizer, no entanto, que os cursos abertos sejam criados num vácuo, ignorando totalmente as necessidades dos participantes. "Os professores da AESE têm a noção clara que o seu salário é pago pelos clientes, sejam eles as empresas ou os participantes. Aquilo de que falamos tem de ser relevante (além de cientificamente correcto) para as empresas e os participantes", salienta Jorge Ribeirinho Machado. "Não há, nem nunca houve, este tipo isolamento da realidade corporativa".
Isto revela-se na criação de programas diferentes, ajustados a vontades diferentes. Se um programa é mais focado em ‘corporate governance', outro pode-se concentrar na capacidade de criar sinergias entre várias da empresa. A estes junta-se toda uma oferta sectorial, que se pode concentrar em áreas que vão desde a Saúde à Banca.
Um esforço conjunto
Não se pode negar, no entanto, lembra Jorge Ribeirinho Machado, o impacto que a crise teve no modo como as empresas abordam a sua procura na oferta formativa. "As limitações que as empresas enfrentam do ponto de vista financeiro levam a que as decisões sejam tomadas de uma forma mais prudente e com retorno calculado a curto e médio prazo", aponta o responsável da área de Operações e Inovação da AESE. "Cabe às empresas e às escolas cooperantes a capacidade definir os objectivos e o nível de qualidade do programa desenhado".
Assim, a criação dos cursos à medida das empresas exige um diálogo constante entre as duas partes envolvidas, um esforço conjunto de definição de objectivos a serem cumpridos e uma garantia da qualidade da oferta da escola de negócio. "A formação à medida é uma alternativa que as empresas encontram de, em função dos orçamentos actuais, ajustarem de forma óptima o desenvolvimento de competências, às necessidades sentidas pela organização", afirma Jorge Ribeirinho Machado.
Formação do Porto a Lisboa
Na AESE, a procura continua muito elevada para programas de formação de executivos, quer para Alta Direcção quer para os níveis de Direcção Geral e Sectorial. Para além da edição exclusiva de Lisboa do PADE - Programa de Alta Direcção de Empresas, a AESE organiza três edições do PDE - Programa de Direcção de Empresas (duas em Lisboa e uma no Porto), e duas edições do PGL - Programa de Gestão e Liderança, em Lisboa e no Porto.
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