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É preciso uma forte aposta na divulgação desta linha de crédito para para se tornar um instrumento de democratização com mais sucesso, defende Luísa Cerdeira.
Para Luísa Cerdeira, autora da tese de doutoramento "O financiamento do ensino superior português", a linha de crédito com garantia mútua "é um instrumento positivo que responde a algumas das fragilidades de apoio que não estavam cobertas". Mas a investigadora da Universidade de Lisboa defende que, apesar de ter havido um crescimento de 600% no número de pedidos de crédito, esta é uma percentagem que corresponde apenas a 2% do universo de estudantes universitários, em Portugal. Caso "Portugal não saia dos 2% ou 3% de alunos abrangidos, este empréstimo é inexpressivo". Em sua opinião "para se tornar um instrumento de democratização com mais sucesso, algo mais tem de acontecer ", e é necessário fazer um aposta na divulgação, sublinha.
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