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Menezes Cordeiro, presidente da Mesa, decidiu que a Telefónica não poderá votar na reunião magna, por eventual conflito de interesses, apurou o Económico.
Com o impedimento da Telefónica, Societe General e Mediabank de votar na assembleia-geral, a votação será feita com 62% do capital.
Menezes Cordeiro, presidente da mesa da assembleia-geral de accionistas da PT, decidiu que a Telefónica, a Societe General e o Mediabank não poderão votar na reunião magna, por eventual conflito de interesses, apurou o Económico.
Não ficou ainda definido se a UBS, que comprou parte das acções da PT vendidas pela Telefónica e que é assessora dos espanhóis nesta oferta, também está impedida e votar.
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