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A taxa para pessoas de mobilidade reduzida deverá baixar.
As taxas aeroportuárias cobradas pela ANA deverão baixar durante este ano, o que deverá ter um ligeiro impacto positivo no preço final dos bilhetes de avião pagos pelos passageiros.
O Diário Económico apurou que a empresa liderada por Guilhermino Rodrigues não prevê qualquer variação nas taxas de tráfego e foi proposta uma redução da taxa cobrada pelo serviço prestado às pessoas de mobilidade reduzida (PMR).
As taxas aeroportuárias, que deverão entrar em vigor a partir de Abril, têm de ser aprovadas Instituto Nacional de Aviação Civil (INAC). O Diário Económico sabe que a administração da ANA propôs ao INAC que a taxa de PMR passe de 50 cêntimos por bilhete de avião para 47 cêntimos.
Esta taxa cobre os custos da ANA na prestação do serviço de apoio às pessoas de mobilidade reduzida e é paga por todos os passageiros. Antes de 2008, este serviço tinha de ser efectuado pelas companhias aéreas. Por legislação europeia, a partir dessa data, passou a ser da incumbência dos aeroportos a prestação desse serviço.
A iniciativa de descida desta taxa partiu da ANA. Desde 2008, esta taxa já teve uma redução acumulada de 23% (o preço inicial era de 61 cêntimos por bilhete), devido ao efeito de escala e de optimização na gestão de recursos por parte das empresas em todos os aeroportos sob sua gestão.
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