Os dois submarinos adquiridos ao German Submarin Consortium (GSC) só têm um ano de garantia geral contra defeitos de equipamento.
A notícia é avançada pelo Correio da Manhã que cita o contrato de aquisição dos dois submarinos assinado em 2004 por Paulo Portas, que era ministro da Defesa, com um custo de 832,9 milhões de euros, sem juros.
O jornal revela ainda que quando o período de garantia terminar, o consórcio alemão fica obrigado a prestar assistência técnica durante 30 anos.
Pelos serviços de manutenção dos navios, o GSC vai receber cerca de cinco milhões de euros por ano. Contas feitas, a empresa alemã vai encaixar 150 milhões pelo apoio técnico.
Navios chegam em 2010
Os dois submarinos devem chegar a Portugal no próximo ano. A Marinha portuguesa receberá o primeiro em Fevereiro e o segundo em Setembro.
Dez arguidos acusados no caso dos submarinos
O Ministério Público acusou este mês 10 arguidos (sete portugueses e três alemães) por falsificação de documentos e burla qualificada no processo das contrapartidas na compra dos submarinos pelo Governo português.
No despacho divulgado pelo Departamento Central de Investigação e Acção Penal (DCIAP), é pedida ainda uma indemnização para o Estado de quase 34 milhões de euros.
Este despacho é a conclusão de um primeiro processo e diz respeito à burla de que o Estado terá sido vítima neste negócio.
A decorrer está um outro processo sobre o mesmo negócio, que pode envolver líderes políticos que estavam no poder na altura.
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Sempre que aparece uma compra jeitosa os abutres são mais que muitos para comer o seu bocado.
Ele anda por aí.
Não pode fugir às suas responsabilidades de responder por uma questão que tanto dinheiro custou aos nossos bolsos, isto é, aos contribuintes.
Ele anda por aí e tem nome.
Chama-se PAULO PORTAS !
Uma compra "grossa" tem o tratamento africano.Há gente da Marinha metida nisso,pois não foi certamente o Portas a saber o que comprava..
Já no tempo do Eça eram relatados os mesmos exemplos de corrupção.
Não se surpreendam porque se investigarem bem chegam ao topo da piramide do poder.
Longe a longe, vai-se sabendo alguma coisa, mas para alguns nem era preciso saber nada, porque esta tudo mais que sabido.Va people português, votem porque eu na campanha eleitoral dou beijinhos e danço convosco.Os outros são todos uma cambada de incompetentes.looool
AH decerto pessoal da marinha metida neste imbroglio que e a compra destes submarinos. Vejam so as declarações do almirante da marinha a 3 dias para verem o jogo que anda por ai. A unica verdade nisto e que portugal não precisa de submarinos , mas sim de uma policia costeira bem equipada. Agora temos que pensar e se interessa ao governo ter controlo na costa ou não!?! Se calhar não! Ainda vamos a tempo de anular este buraco financeiro que são estes submarinos. Olhemos para o bom exemplo dos gregos que anularam a compra destes submarinos. Sera que os portugueses serão tão espertos como os gregos???? Aprofundem as investigações e logo descubriram mais podres em relação a este assunto. Tanto os governantes como os militares da marinha tem o cu apertado em relação a este negocio. Seja-mos espertos e rigorosos em relação ao delapidar do nosso dinheiro que tanto custa ganhar!!!!
João César das Neves diz numa das suas crónicas: "Portugal não tem projectos, tem direitos. Não aumenta a produtividade, desinfecta as mãos da gripe A". Somos os maiores: são estádios de futebol luxuosos; é a nossa frota de viaturas "Top-gama" (Ferraris, Porches, Laborguines", Audis, BMW"; e agora a jóia da coroa é o TGV. Somos um país com alta velocidade ferroviária, enquanto os "parolos" dos Irlandeses, Finlândia, Suecos e outros, se calhar ainda se deslocam em carros de bois, porque razão não termos um TGV! E porque não uns submarinos, assim adquiridos através de burlas (suspeitas), que o "Estado terá sido vítima"! O Estado, que somos todos nós a "entrar" com o "papel" através dos nossos impostos. Somos uns despesistas com a mania das grandezas.
Mas a mais, alem deste submarinos que nada servem para o bem estar economico do pais , tambem temos os patrulhões costeiros que e outro buraco financeiro. Todos os negocios onde estão metidos governantes e militares, so servem para sugar as debeis finanças do pais. Havera alguem capaz de por cobro a isto ??? Sigamos o exemplo grego. Devolvam estes submarinos aos alemães e fiquem com o dinheiro para ajudar o pais a sair da crise onde esta mergulhado!
È vergonhoso, num pais onde a pobreza está a aumentar assustadoramente, onde as empresas fecham, em grande parte pela carga fiscal, e altissimos juro pagos à banca, como há Srs. que em nome não sabemos de quem, pratiquem tais crimes contra o insteresse Nacional, e se pavaneiem impunemente sem que nada lhe aconteça.
Dá nojo, ouvir esta gentalha falar.
País de imbecis. Cada vez que aparece alguém com sucesso, é logo abatido mesmo que ele tenha mérito. Por isso, desaparecem os melhores, Ronaldo, Mourinho, Guterres, Durão Barroso, etc, etc. Somos muito mesquinhos, invejosos e MAUS. Somos tremendamente MAUS.
Pois é!... Mas o Sr. Dr. Paulo Portas, " o mais sério do grupo" Ministro da Defesa de então, ainda agora aumentou o n.º de Votantes. Quer nas Legislativas, quer nas Autárquicas. Então, têm razão os Valentis, os Isaltinos, as Fátimas Felgueiras, os Avelinos Torres e outros que tais. O denominado POVO, o que quer é quem os "coma de cebolada" . De resto, está tudo dito e confirmado. Viva o País dos corruptos em cargos públicos. Abaixo a ignorância daqueles que os elegem. Acima com um Regime de Direito, mas sério e sem corruptos.
Queriam o que, garantia contra a ferrugem e o aziebre???????
Deixem se de tretas, assim é que dignificam as nossas forças militares.
Quem é que honrou e dignificou os antigos combatentes de ultramar , Paulo Portas sim.
Querem dizer que temos a melhor costa em posição geográfica do mundo e com estas tangas que não se devia ter comprado submarinos para a proteger, assim é que honram a nossa marinha portuguesa que de história é das mais afamadas do mundo.
É isto que faz o nosso pais numa m.e.r.d.a..
O que é bom criticam , o que é mau deixa andar.
Continuem assim e percam os fundos europeus todos e gastem o dinheiro todo naquilo que os espanhois vão usufruir graças aos pacovios dos portugueses.
Portugal: Miopia marítima
Comandante da marinha, faz criticas veladas à campanha contra os submarinos
16.10.2009
Num discurso proferido durante a cerimonia de abertura do novo ano operacional pelo comandante da marinha portuguesa, Almirante Melo Gomes, foram feitas pelo próprio acusações veladas aos sectores que nos últimos tempos tem criticado a aquisição pela marinha portuguesa de dois submarinos do tipo U214 destinados a substituir os quatro submarinos do tipo Daphné de origem francesa que Portugal comprou no final dos anos 60.
Nas declarações proferidas pelo chefe da marinha portuguesa, o almirante frisou mais uma vez a absoluta necessidade de renovação da frota, nomeadamente a necessidade retirar de serviço as vetustas corvetas das classes João Coutinho e Baptista de Andrade que deverão ser substituídas por navios de patrulha oceânica.
No entanto, o processo de renovação tem sido atrasado e apenas dois navios foram lançados à água, tendo a sua entrada ao serviço sido alvo de inúmeros e consecutivos adiamentos.
A afirmação de que os navios de patrulha são necessários tem sido uma constante nos discursos produzidos durante este tipo de cerimónia.
Foi também lembrada a entrada ao serviço da primeira das fragatas da classe M adquiridas em segunda-mão à marinha da Holanda, à qual se deverá juntar uma segunda unidade, o que permitirá à marinha portuguesa se necessário, assumir o comando de duas forças navais em simultâneo.
Quando se referiu a futura incorporação do primeiro de dois submarinos adquiridos, o almirante português afirmou que a marinha ficará sempre longe da turbulência que tem existido na opinião pública sobre o assunto, não deixando no entanto de por em causa os fins de tal turbulência.
Miopia marítima
Melo Gomes também confirmou que possuir submarinos era caro, mas que seria muito mais caro para Portugal não os possuir, especialmente para as gerações futuras.
Melo Gomes, durante o lançamento do primeiro submarino U214: Miopia Maritima, pode provodar danos irreversíveis para Portugal.
Para o comandante da marinha portuguesa, há um problema de «Miopia marítima», que nos últimos anos tem crescido e que a triunfar tornará irreversível a perda por parte de Portugal do controlo efectivo sobre a sua Zona Económica Exclusiva.
O almirante frisou ainda a importância da marinha nas relações com os países africanos de língua oficial portuguesa e com Timor, acrescentando igualmente que tanto a qualidade quanto a operacionalidade dos meios da marinha portuguesa são muitas vezes elogiados internacionalmente.
Explicar para que servem os meios da marinha
A questão da necessidade de o Estado Português manter uma força militar credível no mar, tem sido reforçada pela marinha, embora nos últimos tempos, uma estranha conjugação de opiniões se tenha levantado contra a capacidade militar da marinha portuguesa.
A mais recente foi produzida pelo antigo presidente da Assembleia Almeida Santos, no que foi entendido como mais uma afirmação de sectores normalmente conotados com interesses estrangeiros que pretendem impor a Portugal a existência de uma marinha limitada a uma força costeira.
O afundamento de Portugal como Estado soberano
Ainda recentemente, num livro publicado pelo Instituto de Defesa Nacional da autoria do professor Adriano Moreira, foi lançada alguma luz sobre um assunto que explica a necessidade de o país conseguir manter alguma capacidade para controlar as suas próprias águas territoriais e a sua Zona Económica Exclusiva.
Segundo Adriano Moreira, os compromissos internacionais de Portugal, nomeadamente a assinatura do Tratado de Lisboa, vão transferir para Bruxelas a soberania efectiva sobre aquela que é a maior Zona Economia Exclusiva da União Europeia.
Nessa altura, ao assumir o controlo sobre essas águas, o futuro governo europeu, tratará de determinar como será garantida a sua segurança, determinando igualmente que meios serão utilizados e quem deverá fornecer esses meios.
Adriano Moreira: Portugal caminha para se transformar num estado exíguo, por falta de meios para afirmar a sua autoridade.
O tratado de Lisboa, não prevê a existência de uma marinha europeia, nem a abolição das marinhas dos países membros.
Os receios do professor Adriano Moreira, que passaram ao papel no livro «A Circunstância do Estado Exíguo» estão relacionados com a possibilidade de Portugal estar, com o abandono das suas forças armadas, nomeadamente da marinha, a abrir caminho para que quando Bruxelas perguntar aos estados membros, quem deve controlar a ZEE portuguesa, não ser Portugal a responder, por absoluta falta de meios e capacidade para o fazer.
Trágicas lições da História, que vários sectores da política portuguesa parecem ignorar
Este tipo de procedimento e pressão não é em absoluto estranho e foi aquele que levou a que Portugal tivesse sido colocado perante uma situação idêntica quando em meados dos século XIX começou a chamada corrida a África.
Na altura, os portugueses acreditavam que teriam direito a grandes porções dos territórios africanos, por causa dos seus direitos históricos, resultado de os portugueses terem sido os primeiros a chegar.
Os direitos Históricos pura e simplesmente não foram considerados, tendo apenas sido considerados os direitos resultantes da capacidade efectiva para controlar o território.
Portugal foi autorizado a «colonizar» uma parte da costa africana que só lhe seria atribuída, se o país demonstrasse ter capacidade para de forma efectiva controlar esses territórios.
Os portugueses, confiavam na velha aliança com a Inglaterra, a qual de nada serviu. Os interesses portugueses foram relegados para segunda e terceira posição e só após um enorme esforço Portugal conseguiu garantir a sua parte da África, e mesmo assim de forma condicional, pois ainda o século XX não tinha começado e já a Alemanha e a Grã Bretanha se preparavam para tomar esses territórios (Angola para a Alemanha e Moçambique para a Grã Bretanha).
Será que a luta contra a corrupção vai começar a fazer efeito?
O melhor está para vir. Com o TGV os montantes a sugar por esta cambada toda são muito maiores. E nós, pagantes o que fazemos? continuamos a votar neles cada vez com mais exppressão. Portanto ninguém se queixe porque eles estão lá por direito próprio. Como já alguém disse, cada povo tem o governo que merece!!!!!!