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Os responsáveis da State Grid dizem estar "confortáveis" com a posição de 25% que lhes coube na privatização da REN.
Num pequeno-almoço com jornalistas, fonte oficial da empresa chinesa diz que se comprometeram "com o governo que iríamos manter a REN independente e cotada", afastando a possibilidade de vir a reforçar na gestora de redes energéticas nacionais.
A State Grid, que tal como a Oman Oil assinou ontem os contratos de compra da REN, pagou 2,9 euros por acção, ou 287 milhões de euros, por uma participação de 25% na privatização da empresa portuguesa.
A dívida de 2,3 mil milhões de euros da REN "não é um grande assunto" para a State Grid, afirmou esta manhã fonte oficial da empresa, recordando que investem anualmente mais de 35 mil milhões de euros.
A dívida da REN "é um desafio para a gestão de topo", diz fonte oficial da State Grid, acrescentando que o governo, que alienou 40% da REN, "mencionou [a dívida] muitas vezes grande preocupação com isso", razão que leva a State Grid a prestar atenção ao tema.
Na sessão de hoje as acções da REN desciam 0,9% para 2,10 euros.
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