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Economistas europeus questionam agências de ‘rating’.
Duvidosa, no mínimo. Assim classifica a edição alemã do Financial Times (FT) a decisão da Standard & Poor's de cortar o ‘rating' de Portugal. As agências de notação financeira começam, aliás, a ser questionadas pelos economistas internacionais, que não lhes perdoam por terem sido uma das grandes causas da crise e agora aparecerem como salvadoras da economia mundial.
"Os dados económicos de Portugal não pioraram nas últimas semanas e meses", afirma, citado pelo FT, o chefe do gabinete de estudos económicos do Dekabank, Ulrich kater, que considera, por isso, que a situação do país "não é motivo" para o corte na notação da dívida. "As economias nacionais, durante a crise, tornaram-se um joguete dos mercados internacionais, com forte apoio das agências de ‘rating'", concorda Roland Doehrn, do ‘think thank' RWI.
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