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Fundo que financia Portugal e Irlanda poderá ter mais problemas para emitir dívida.
A S&P colocou hoje o ‘rating' do Fundo Europeu de Estabilização Financeira (FEEF) sob vigilância negativa, o que indica a possibilidade de uma descida iminente da nota de crédito do veículo que emite dívida para financiar Portugal e Irlanda. A decisão surge depois de a agência ter colocado todos os países do euro, incluindo os seis que têm ‘rating' máximo, em revisão negativa.
Actualmente, o FEEF tem nota máxima, de AAA, mas como a agência colocou ontem os ‘ratings' dos países com melhor qualidade de crédito em revisão negativa, essa acção estende-se também ao fundo de resgate do euro. Assim, se a agência avançar para o corte da nota de crédito de países como a Alemanha e a França, por exemplo, o FEEF dificilmente escapará a uma avaliação mais negativa,
"O ‘rating' que colocaremos ao FEEF após a nossa revisão de ‘creditwatch' será provavelmente igual ao mais baixo dos membros do FEEF que actualmente têm AAA, a não ser que sejam colocadas mais garantias de crédito para compensar", refere a agência.
Ou seja, mesmo que a S&P baixe o ‘rating' a apenas um dos seis países que actualmente têm ´rating' máximo na zona euro, o mais provável é cortar também a nota do FEEF, o que dificulta as condições com que o fundo de resgate acede ao mercado para financiar Portugal, por exemplo.
A S&P promete tomar uma decisão o mais rápido possível sobre as notas de crédito dos países do euro e do próprio fundo. Em relação às nações do euro, a agência quer ver mais medidas e capacidade de decisão dos líderes políticos, estando particularmente atenta às decisões que saírem da cimeira desta semana.
Já para o FEEF, a S&P diz que baixará o ‘rating' em um ou dois níveis "se baixarmos o ‘rating' de um ou mais soberanos com AAA que estão actualmente em vigilância negativa". Para evitar perder a nota máxima, todos os países com nota máxima terão de a conseguir manter ou, em alternativa, os líderes europeus terão de dar mais garantias de crédito ao FEEF que mitigue a eventual descida da qualidade de crédito dos países que garantem a dívida do fundo de resgate.
Nos últimos meses, o FEEF tem vindo a ter mais dificuldades para colocar a dívida para financiar os países sob assistência financeira e foi mesmo obrigado a adiar uma emissão. O adensar da crise do euro levou as taxas da dívida do FEEF a dez anos a saltar no mercado secundário. No final de Novembro, a ‘yield' superou mesmo os 4%. Hoje, as taxas exigidas pelos investidores no mercado secundário subiam de 3,596% para 3,62%.
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Comentários (34)
e quando será que a st.e po. vai a Paris cortar o ranquinhe ao sócrates da beira para o LIXO, pois ele bem nos LIXOU! é uma grande ideia não é?
Quando é que aparece um LIDER europeu que mete as sociedades de rating na ordem????!!!!
Se estamos todos de acordo com todas as politicas de austeridade e mais as que forme precisas, se os deficits estão a ser dominados, porque é que as politicas não são de molde a expulsar da equação as empresas de rating???!!!!
Meu Deus...que politicos tão fraquinhos nos Deste!!!!
Se a S&P continuar a mandar bitaites na casa dos outros, EU vou por o rating da S&P "por baixo"do lixo!!!!
...E mai nada!!!!
Oh Justiça, cala-te seu m-rdas. és daqueles que só fala no que lhe convém. E Sócrates, Vara, Jorge Coelho, Paulo Campos, Mário Lino, o pedófilo Ferro Rodrigues. Da porcaria de esquerda não te lembras tu. Palhaço.
mas pensam q o pais estava bem antes do socrates e so dps é q ficou mal? isto ja dura ha bastante tempo, é fruto de más gestoes, para pagar os fornecedores de estado, utilizam 50% da ajuda do FMI, ou seja por erro deles, somos nos a pagar esta claro, mas eles ainda viajam bem, recebem bem, comem bem e os tugas a lixarem-se. em vez de se falar tanto por aqui, vamos para as ruas, vamos dar accao as nossas vozes......
"forçada pelos EUA" ? O que é isso, EUA ? Acaso o dinheiro tem bandeira ?
Reveja as suas orientações. A Europa não foi como diz "forçada", mas sim "convidada".
Todo e qualquer País deve deixar de pagar qualquer dívida. As agências de rating
que encontrem a solução.
Os investidores que compram nomeadamente títulos de dívida pública necessitam das orientações fidedignas e credíveis das agências de notação de rating em matéria de risco de incumprimento (default). É perfeitamente aceitável que os investidores passem a exigir uma maior taxa de rendibilidade em função de um risco superior.
Qual é a anomalia? A zona euro foi forçada pelos EUA a endividar-se?
está calado palerma não sabes do que falas eu ao menos estava lá
Estes M-rdas só não nos cortam a pele dos tomates porque já não os temos. Sócrates levou-os.
À 200 anos os franceses resolviam o problema da divida externa decapitando o rei que a tinha contraído. Devíamos fazer o mesmo começando com Sócrates.
deveriam ser os estados a oferecer os juros, e não os mercados a especulá-los
O que os mercados querem é ganhar muito e o mais rápido possível. Podem criar Eurobonds, FEEF ou outra qualquer bond que nada os satisfaz. A melhor forma é começar por não pagar. Deixar aos mercados a solução para recuperarem os seus investimentos.
Guerra! Guerra! Guerra! Guerra! Guerra! Destruir esta cambada de imbecis que nos desgovernam.
porque sabe, como qualquer alemão, que quando o fizer adianta um minuto o doomsday clock, e só faltam seis minutos...
A Alemanha já por duas vezes foi enganada...
A primeira baixa das rotativas alemãs, seria o dólar...
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