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Primeiro-ministro diz que conseguiu "um bom acordo", PSD aplaude as medidas e reclama a sua paternidade.
Governo e PSD aplaudiram ontem o acordo que Portugal assinará até quinta-feira para obter um resgate financeiro de 78 mil milhões de euros durante os próximos três anos, com uma taxa de 200 pontos base acima do valor cobrado ao Fundo Europeu de Estabilização Financeira.
Entre as medidas impostas pelo memorando de entendimento, a que o Diário Económico teve acesso, fechado entre o Governo e a 'troika' está um corte progressivo nas pensões acima dos 1.500 euros, uma redução do tempo de duração e das prestações do subsídio de desemprego, uma penalização da propriedade e promoção do mercado de arrendamento, um pacote de 12 mil milhões para a banca reforçar capitais e uma ambiciosa agenda de privatizações (EDP, TAP, Correios, ANA, REN e os seguros da Caixa Geral de Depósitos) (ver pág. 14).
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