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As dificuldades que os gestores enfrentam para lidar com a crise tornam o seu posto cada vez menos aliciante.
Um inquérito realizado pela consultora Randstad Workmonitor junto de 23 mil pessoas em 25 países revela que só uma minoria inveja os seus chefes. É que a estabilidade no posto de trabalho e a preferência por tarefas simples levou a grande maioria dos inquiridos a não mostrar interesse por cargos de chefia na sua empresa.
Ainda assim, o mesmo inquérito mostra que dois terços dos funcionários acredita ter capacidade para exercer, com sucesso, um cargo de chefia. Os níveis de ‘stress' e a complexidade de funções inerentes ao cargo levam, no entanto, apenas 14% dos inquiridos a admitir que gostaria de ser chefe.
Segundo o mesmo estudo, citado pelo jornal "CincoDías", metade dos inquiridos (52,8%) não tem em mente uma promoção, um reflexo da crise.
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