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Entre Junho e Setembro, os portugueses retiraram os certificados de aforro 115,75 milhões de euros.
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Os portugueses voltaram a retirar dinheiro dos certificados de aforro em Setembro, pelo sexto mês consecutivo. Os investimentos neste produto de poupança sofreram a maior quebra num ano.
Os números do Instituto de Gestão da Tesouraria e do Crédito Público (IGCP) não deixam margem para dúvidas: os certificados de aforro continuam a perder adeptos e o ritmo de quebra neste produto está a acelerar.
Isto porque em Setembro foram investidos 53 milhões de euros em certificados, menos 7% do que em Agosto, mas os resgates dispararam para 104 milhões de euros.
Assim sendo, os portugueses tiraram, no total, 51 milhões de euros dos certificados de aforro em Setembro, um valor que não se verificava desde Setembro do ano passado, o mês da falência do histórico Lehman Brothers. Nessa altura, os investimentos neste produto emagreceram em 132 milhões de euros.
Os dados do IGCP mostram ainda que só este Verão, entre Junho e Setembro, os portugueses retiraram dos certificados de aforro 115,75 milhões de euros.
Entre as razões que ditam a fuga dos investidores deste produto está, sobretudo, a baixa rendibilidade oferecida, que reflecte a descida contínua das taxas Euribor, o principal indexante usado no cálculo da remuneração dos certificados de aforro.
A taxa de juro dos certificados fixou-se em 0,975% em Setembro, sendo que este mês as novas subscrições dos certificados da série C estão a remunerar a 0,895%, o valor mais baixo de sempre.
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Comentários (8)
Pudera.... O governo prefere pagar taxas elevadas aos estrangeiros nos financiamentos externos que tem de obter, endividando cada mais o país e empobrecendo- o cada vez mais com a transferência para o exterior de recursos. Estes se aplicados na remuneração dos certificados de aforro promoveriam a poupança interna e evitava-se a sua transferência para o estrangeiro. Mas, o Governo prefere ajudar os bancos para onde necessáriamente são transferidos estes recursos e recorrer a crédito externo tornando o país cada vez mais dependente do exterior. As iluminárias só conseguem tomar medidas destas. E pensam que são competentes!..... Miséria......
Todos se queixam mas voltaram a colocá-lo lá......por isso sofram....
Não se desfaçam dos certificadso de aforro: São necessários para mais um subsídiozito aos pobres de espírito, sornas, e outraos que tais!!!!!!!!!!!!!!!!
Camarada Socrates :
Agora que é outra vez primeiro ministro,veja se olha para os afforristas do Estado.Sr Ministro das Finanças,vá lá os afforristas são pessoas que precisam de rendimento,não olhe tanto para dentro.
Cumprimentos
O que o Governo do camarada Sócrates fez com os Aforristas foi imperdoável !
É PENA É NÃO ESTAREM A LEVANTAREM MAIS RÁPIDO, PARA APRENDEREM A NÃO ALTERAREM AS REGRAS A MEIO.
Pode ser que esses levantamentos tenham também a indicação da necessidade que os aforradores sentem de recorrer à poupança para suprir carências.
A Refer está a contrair dívida a 4,65% no estrangeiro, por cá pága-se muito menos que 1 % ...
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