Mais Lidas
Comunidade
- Wall Street voltou a fechar no vermelho 24/05/13
- Banif processa ex-directores no Brasil depois de detectar irregularidades 24/05/13
- A cidade dos Simpsons será replicada num parque temático na Flórida 24/05/13
- Presidente do Supremo quer sanções para empresas que entopem tribunais 24/05/13
- Granadeiro: Pacote fiscal é um passo mas não é suficiente 24/05/13
O secretário-geral do PS, António José Seguro, recomendou ao FMI BCE e outras instituições europeias "estabilidade no discurso".
O secretário-geral do PS, António José Seguro, recomendou ao Fundo Monetário Internacional, Banco Central Europeu (BCE) e outras instituições europeias "estabilidade no discurso" em relação aos países sob assistência financeira.
Ao comentar a notícia de hoje do semanário alemão Der Spiegel de que o FMI se propõe retirar a ajuda financeira à Grécia, o que levará à falência daquele país em Setembro, Seguro disse esperar que esse cenário não aconteça.
"Espero que isso não aconteça. Infelizmente têm surgido diversas notícias no que diz respeito à atitude do FMI e do próprio BCE em relação aos países sob assistência financeira. É necessário que o FMI e todos os que têm estado a ajudar os países e as economias do sul [da Europa], mas também da Irlanda, percebam que têm de manter estabilidade no seu discurso", disse o secretário-geral do PS.
Em declarações aos jornalistas, em Oliveira do Hospital, à margem das comemorações do Dia da Federação Distrital de Coimbra do PS, António José Seguro defendeu que as políticas da 'troika' "devem ser politicas que ajudem" as economias dos países sob assistência financeira a desenvolverem-se.
"A próxima avaliação da 'troika' [em agosto] tem de ter em conta, em primeiro lugar a situação social e económica do nosso país. Por mim já devia ter tido em avaliações anteriores", frisou.
Seguro reafirmou que possui uma perspetiva "completamente diferente" da que está a ser implementada em Portugal pelo Governo, defendendo um período de ajustamento de "mais um ano" no programa de ajuda financeira.
"Não é por facilitismo. É porque o montante de ajustamento aumentou e a realidade mudou, completamente", afirmou António José Seguro. O líder socialista disse ainda que a 'troika' deve olhar para a realidade [do país] e o memorando deve ser ajustado a essa realidade.
"Essa é a principal crítica que faço ao Governo e à 'troika'. Não é a realidade que tem de se ajustar ao memorando, é o memorando que tem de se ajustar à realidade", disse António José Seguro
Notícias da mesma categoria
Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Desaconselha-se o uso exclusivo de maiúsculas e a repetição de comentários. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de cinco denúncias serão eliminados. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".
Publicidade
Acções do PSI 20
Divisas
A tecnologia que muda a internet. Realtime





