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Olli Rehn adiantou que a Grécia tem de promulgar as novas medidas de austeridade antes de ser aprovado o segundo pacote de ajuda.
"Cabe ao governo grego por acções concretas, através da legislação [das medidas acordadas], convencer os seus parceiros europeus de que um segundo programa [de assistência] pode ser colocado em marcha", afirmou Olli Rehn em Bruxelas.
O comissário europeu falava aos jornalistas antes da reunião do Eurogrupo, que junta hoje os ministros das Finanças da zona euro. Na mesma ocasião, Rehn adiantou que os responsáveis europeus vão hoje "examinar exaustivamente" os planos do governo grego.
Também o presidente do Eurogrupo, Jean-Claude Juncker, disse esta tarde que não haverá hoje uma decisão definitiva em relação ao segundo pacote de assistência internacional a Atenas, no valor de 130 mil milhões de euros.
Os líderes dos partidos que formam o governo de coligação grego chegaram hoje a acordo em relação a novas medidas de austeridade a aplicar no país, o que era uma condição 'sine qua non' para que Atenas possa receber um segundo pacote de assistência internacional, e assim não entrar em incumprimento. Entre as medidas figura o corte em 20% do salário mínimo, actualmente em 751 euros, e o despedimento de 15 mil funcionários públicos.
Contudo, as medidas hoje acordadas terão de ser primeiro promulgadas e só depois será aprovado o segundo resgate a Atenas.
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