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O presidente do BES entrou hoje pelas 18h05 no edifício onde decorre o conselho de ministros que irá aprovar o orçamento.
Questionado pelos jornalistas à entrada para o edifício, o banqueiro recusou-se a prestar qualquer declaração.
Ricardo Salgado, presidente do maior banco privado português em valor de mercado, entrou no edifício da Presidência do Conselho de Ministros às 18h05, cerca de duas horas antes de Pedro Passos Coelho fazer uma declaração ao País.
Nesse edifício decorre, desde as 8h30, um conselho de ministros para aprovar o Orçamento do Estado para 2012.
À saída, Ricardo Salgado disse que teve uma reunião com o secretário de Estado Feliciano Barreiras Duarte para falar de questões de imigração.
O presidente do BES adiantou que na reunião que o Governo teve esta terça-feira com os principais banqueiros portugueses, os responsáveis falaram das suas preocupações nomeadamente em relação aos problemas de financiamento da economia.
Questionado sobre a possibilidade de haver fusões no sector da banca, Ricardo Salgado disse que não.
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Comentários (23)
Why does this have to be the ONLY rebilale source? Oh well, gj!
o Vara tem de regressar ao BCP
o santos ferreira tem de ficar ate ao fim ate ao ultimo dia
o estado tem de entrar no capital social do banco
tem de haver mais um aumento de capital
o Bode tem de continuar a mandar no banco
o Vara tem de regressar ao BCP
o santos ferreira tem de ficar ate ao fim ate ao ultimo dia
o estado tem de entrar no capital social do banco
tem de haver mais um aumento de capital
o Bode tem de continuar a mandar no banco
Como o Socrates, se foi...tem de arranjar mais...mama!!!!!!!
"Salgado entra no edifício onde decorre conselho de ministros"
Por favor avisem quando ele sair do edifício é mesmo muito importante, obrigado.
Palpita-me q são precisos mais fundos de pensões da banca para atingir a meta orçamental de 2011. Se n for isso, pode ser algo bem pior, q nem quero dizer.
Deve ser o Banco privado com mais títulos de dívida pública portuguesa. Se calhar vão-lhe já perguntar como reagiria se Portugal tiver que reestrutarar a dívida pública. Também deve ser o Banco privado com mais empréstimos a empresas públicas. Devem ir pedir uma renegociação dos créditos. Lá vão espetar-lhe o calote!
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