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A fábrica de baterias da Nissan, entretanto suspensa, será aproveitada para ampliar as instalações da Renault em Cacia.
A aliança Renault-Nissan está a avaliar as diferentes opções para reutilizar o edifício que iria ser ocupado pela fábrica de baterias eléctricas em Aveiro. Uma das hipóteses em cima da mesa implica que o espaço seja aproveitado pela actual fábrica de componentes automóveis Renault CACIA, em Aveiro.
A nave industrial (o edifício central da fábrica de baterias eléctricas da Nissan) está concluída. "Como tal, a aliança Renault-Nissan está a analisar as várias ocupações para a nave industrial", explica António Pereira Joaquim, director de comunicação da Nissan em Portugal, ao Diário Económico. "Este edifício está ao lado da fábrica de componentes automóveis da Renault. Como tal, estamos a monitorizar a melhor opção", acrescenta.
A multinacional anunciou a suspensão da fábrica de baterias para carros eléctricos em Aveiro, na última segunda-feira, dia 12, e não prevê quando este investimento poderá ser retomado. António Pereira Joaquim explica que "a administração da aliança Renault-Nissan concluiu que as quatro fábricas que estão em produção são suficientes para atingir o objectivo de produzir 1,5 milhões de carros eléctricos em 2016". O responsável acrescenta que a opção de suspender a unidade portuguesa "foi uma questão de localização geográfica". O grupo privilegiou as fábricas de baterias que estivessem junto de unidades de produção de automóveis eléctricos, como as do Reino Unido (Sunderland), Japão (Vama), Estados Unidos (Smyrna) e França (Slinns).
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