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China State Grid de Liu Zhenya recusa controlar a REN e quer apenas ser um parceiro estratégico para ajudar a empresa a “crescer melhor e rapidamente.
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Linha de financiamento de mil milhões deverá ser reforçada com novas linhas de crédito.
Atenta às preocupações do Governo e da administração da REN, a China State Grid (CSG) garante que o primeiro objectivo enquanto accionista da empresa será garantir o refinanciamento da dívida. "Antes de mais, queremos discutir com a REN formas de melhorar o seu refinanciamento. Queremos certificar-nos que tem um suporte financeiro" que permita o crescimento e expansão internacional, explica fonte oficial do grupo chinês.
Com uma dívida na ordem de 1,2 mil milhões de euros a vencer no próximo ano, a mesma fonte refere que esta questão "é um desafio para a gestão de topo". Porém, não é uma preocupação para os novos accionistas que, recorda, investem anualmente mais de 3,5 mil milhões de euros. A dívida líquida da gestora das redes energéticas nacionais era, no final do terceiro trimestre de 2011, de 2.322 milhões de euros, valor que representa um incremento de 6,8% face à dívida de 2.173 milhões em Setembro de 2010.
A venda de 25% da REN à CSG prevê a concessão de linhas de financiamento de mil milhões de euros por parte do China Development Bank (CDB) a taxas reduzidas, mas ontem fonte oficial da empresa deixou aberta a hipótese de estarem a ser negociadas outras fontes de crédito. "Queremos ser um parceiro estratégico e ajudar a REN crescer melhor e rapidamente", afirmou, acrescentando que "outros bancos mostraram interesse no refinanciamento da REN, não só bancos chineses".
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