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Carlos Cruz continua a declarar a sua inocência.
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A interposição de recurso permitiu aos seis de sete condenados no caso Casa Pia saírem em liberdade após a leitura do acórdão, realizada hoje.
"Se for ditado para a acta do tribunal, a interposição de recurso tem efeitos suspensivos e a pena não produz efeitos imediatos até à última instância de recurso", explicou à agência Lusa o advogado Luís Filipe Carvalho.
Todos os advogados dos condenados anunciaram que vão recorrer da decisão do colectivo de juízes, mas desconhece-se se todos deixaram expresso na acta do tribunal a intenção.
No entanto, Luís Filipe Carvalho referiu que a lei consigna "excepcionalidade".
O advogado ressalvou que "este caso tem um particularidade que é a dimensão do acordão", o que "levou à dispensa da leitura dos cinco volumes", pelo que admitiu que tal facto "pode ter levado o tribunal a não entregar uma cópia do acórdão para depósito na secretaria".
O julgamento do caso Casa Pia, iniciado a 24 de novembro de 2004, terminou hoje com a leitura da sentença, com o tribunal a condenar seis dos sete arguidos, acusados de abusos sexuais de menores, lenocínio e outros crimes.
A pena maior foi atribuída a Carlos Silvino, com o ex-funcionário da Casa Pia a ser condenado a 18 anos de prisão efectiva. O apresentador de televisão Carlos Cruz foi condenado a sete anos de prisão efectiva, o diplomata aposentado Jorge Ritto a seis anos e oito meses e o ex-provedor-adjunto da Casa Pia Manuel Abrantes a cinco anos e nove meses.
O tribunal aplicou ainda ao médico Ferreira Diniz a pena de sete anos de prisão efcetiva e ao advogado Hugo Marçal a de seis anos e meio.
Gertrudes Nunes, doméstica e ex-ama da Segurança Social, foi absolvida.
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Comentários (4)
Todos para a prisão! Com direito a srem violados por um jovem e viril burro todos os dias
Em Portugal, saie-se do julgamento e toca de andar nos hoteis em conferencias e fazer livros que valem milhoes
todos pá prisão, juntamente com os outros presos!
Desconfio que vai td morar para o Brasil....
prisao 7 anos para carlos cuz
e 18 anos para silvino
~~~~~~~~~~~~
avia de ser ao contrario
É uma vergonha!!!!!!!!!!!!!!!
Culpados e saem em liberdade!?!?!?!?!?!?!?!?
com umas penas ridículas!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!!1
E o paulo pedroso!!!!!!!!!!!!
É uma vergonha!!!!!!!!!!!
Realmente Portugal está minado, tem que se fazer uma tábua rasa e já faltou mais!!!!!!!!!!!!!!!!!!!
venham osjacobianos!!!!!!!!
Não sei se é culpado ou inocente, mas seria uma coisa linda de se ver, provar-se com provas reais (para que não restassem dúvidas) a sua inocência. Todos os idiotas, ignorantes, ingénuos, insignificantes, etc, etc, etc, etc como os que hoje estavam à porta do tribunal e os que aqui o condenam rapidamente eram já fãs incondicionais de Carlos Cruz (eu sempre estive ao seu lado, nunca duvidei da sua inocência) seria certamente uma das frases mais pronunciadas pelo povinho estúpido, reles e maldoso...
Como se pode vir para a praça pública julgar alguém como se está a julgar Carlos Cruz, sem ter a mínima noção de nada, sem saber nada de nada, 0 sabemos apenas o que a imprensa noticia, é estúpido dizer-se que se está a favor ou contra.
Uma coisa é dizer-se que um ladrão que foi apanhado em flagrante num assalto à mão armada, e apanhou pena suspensa ou 1 ou 2 anos efectivos é pouco, tudo muito bem são opiniões, dizer-se que se é favor ou contra, tudo muito bem, cada um tem o direito a exprimir-se e a opinar.
Mas o que se faz aqui é VERGONHOSO! Se um dia se provar alguma coisa neste processo das duas, uma:
- Os arguidos são culpados e aí sejam condenados a 25 anos pelos crimes horríveis que cometeram.
- Os arguidos não cometeram nenhum dos crimes e neste caso as supostas vítimas seriam também condenadas pela dor e sofrimento causados asos arguídos e neste caso imaginem a dor e a revolta que sentem ao andar 8 anos nisto, a vender o que têm para pagar a advogados, a serem enxovalhados pela esmagadora maioria do estúpido povo português...
Não sou defensor de ninguém, nem tomo partido por nenhum dos lados, porque, aliás, é impossível fazê-lo sem termos as mínimas provas ou algum conhecimento do caso.
Por fim, no caso de os arguidos serem realmente inocentes, desejo o PIOR para os seres "humanos" que julgaram na praça pública estes senhores da maneira mais triste que se posso imaginar.
Força para a parte que diz a verdade e que a outra parte seja julgada da maneira mais justa possível.
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