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Após dois dias de buscas, foram identificados destroços a 1.200 quilómetros do Recife.
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Queda livre ou uma brusca variação de pressão dentro do aparelho são os cenários mais prováveis, segundo os peritos.
As mensagens automáticas emitidas pelo Airbus e recebidas pela sede da Air France, em Paris, dão conta que o primeiro sinal de problemas a bordo chegou às 23h10 (hora de Brasília) de domingo. O último alerta foi emitido quatro minutos depois: "cabin vertical speed" (cabine em velocidade vertical).
Segundo a imprensa brasileira, depois do primeiro sinal de problemas a bordo, surgem novas mensagens automáticas que apontam para graves anomalias em alguns dos principais computadores do avião.
A informação final, dizem investigadores militares, pode ter duas leituras: queda livre ou uma brusca variação de pressão dentro do aparelho.
Após dois dias de buscas, foram identificados destroços a 1.200 quilómetros do Recife, na madrugada de ontem, por aviões da Força Aérea Brasileira (FAB).
A confirmação da tragédia, a maior da aviação civil internacional desde 2004, coube ao ministro da Defesa, Nelson Jobim, que se reuniu com as famílias das vítimas ontem à tarde.
A bordo iam 216 passageiros e 12 tripulantes.
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