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BCP acelerou 20%, BES, BPI e Banif somaram mais de 8%. Lisboa fechou a subir 2% numa das melhores sessões na Europa.
A Grécia voltou a estar no centro das atenções dos investidores europeus, perante o impasse nas negociações sobre o segundo pacote de ajuda ao país. As bolsas de Paris e de Madrid fecharam em ‘flat', por exemplo, enquanto o Mib de Milão ganhou 0,6%. Melhor esteve o principal índice português: o PSI 20 somou 1,95% para 5.588,46 pontos, numa das melhores sessões entre as pares europeias - apenas atrás da bolsa grega, que avançou mais de 3%.
"Neste momento decorrem negociações complicadas entre a ‘troika' e o governo grego. Há um conjunto de exigências muito robustas para que sejam disponibilizados 130 mil milhões de euros", comentou Pedro Pintassilgo, da F&C, ao Etv
Por Lisboa, foram os títulos da banca a dar força ao índice. O BCP brilhou ao disparar mais de 20% para 0,17 queos, mas BPI, BES e Banif não ficaram muito atrás, com ganhos entre os 8 e 9%.
Também a EDP, Portugal Telecom e EDP Renováveis ajudaram à sessão positiva. A eléctrica liderada por António Mexia subiu quase 3% para 2,24 euros, ao mesmo tempo a PT e Renováveis ganharam entre 1 e 1,5%.
No total, foram 14 os títulos que fecharam em zona de ganhos e deram à praça portuguesa a quinta sessão de ganhos nas últimas seis sessões, com destaque ainda para a Mota-Engil, que somou 0,9% para 1,26 euros, à boleia dos já anunciados negócios em África.
Já a Galp, a cotada com maior ponderação no índice, fechou a perder 0,15% para 12,9 euros, no dia em que a Petrogal Brasil, unidade da Galp no Brasil, anunciou a segunda descoberta de petróleo em seis semanas na Bacia Potiguar.
Também a Semapa desceu 0,23% para 5,3 euros, antes apresentar contas ao mercado.
Fora dos mercados accionistas, o euro subia há instantes 0,91% para 1,3249 dólares, dois dias antes da reunião mensal sobre a política monetária do BCE, que deverá manter os juros na região nos 1%. Já o ‘brent', que é a referência para as importações nacionais, subia 0,3% para 116,24 dólares por barril, com frio na Europa e ameaças do Irão a impulsionar.
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