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Propostas do Instituto Sá Carneiro apontam para acesso à Saúde pago segundo o rendimento do doente.
Se, num prazo razoável, um doente que necessite de uma cirurgia e continue na fila de espera do Sistema Nacional de Saúde (SNS), deve ter liberdade para escolher ser operado no sector privado. A factura, essa, deverá ser assumida pelo Estado. Esta é uma das medidas propostas no documento "Saúde - Sustentabilidade com qualidade" apresentado pelo Instituto Francisco Sá Carneiro (I-PSD), que deverá contribuir para a elaboração do programa de Governo dos social-democratas.
A ideia é que a liberdade de escolha dos utentes, dentro e fora do sistema público, aumente a pressão para uma maior competitividade do SNS, à semelhança das medidas implementadas no Reino Unido e na Dinamarca.
Com o foco na sustentabilidade do SNS, o I-PSD defende ainda que é preciso caminhar-se para uma correspondência entre os custos dos cuidados e os rendimentos dos cidadãos.

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