Mais Lidas
Comunidade
- Grécia: milagres demoram mais tempo 07:58
- Bruxelas mais pessimista sobre economia portuguesa 07:56
- Alegre acusa pessoas ligadas ao Governo de explorar infelicidades de Cavaco 07:45
- Relvas: não há tolerância de ponto no Carnaval de 2013 07:37
- Portugal já deve 9,7 mil milhões à ‘troika’ só em juros 07:12
Passos Coelho quer acabar com os passes sociais indiscriminados e defende uma nova política que passa pela atribuição destes títulos de transporte em função dos rendimentos dos utentes.
Referindo-se aos casos das "empresas de transportes públicos urbanos, de Lisboa e Porto" que beneficiam do subsídio do Estado na venda de passes sociais, Pedro Passos Coelho criticou que esse preço financiado seja decidido sem a apresentação da declaração de rendimentos do utente.
"Beneficia dos passes sociais quem precisa disso e quem não precisa", afirmou hoje Passos Coelho, no encerramento das Jornadas do Poder Local promovidas pela JSD, em Ílhavo, citado pela Lusa. "Isto tem de acabar", frisou.
Depois dos aumentos de 3,5% nos passes sociais e de 4,5% nas restantes tarifas, em vigor desde 1 de Janeiro último, o ministro das Obras Públicas, Transportes e Comunicações admitiu, na semana passada, a possibilidade de novos aumentos nos transportes públicos este ano.
O líder do PSD pediu ainda o encerramento de empresas públicas que dão prejuízos crónicos e e com "boas alternativas" de substituição no mercado privado.
Recorde-se que o Tribunal de Contas recomendou, no final da semana passada, a fusão entre a Transtejo e a Soflusa, que estão "totalmente descapitalizadas".
Notícias da mesma categoria
Comentários (81)
Publicidade
Acções do PSI 20





