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Aguiar Branco quer dar o "pontapé de saída" para que se encontre "construtivamente uma solução para este problema".
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O líder parlamentar do PSD propôs hoje a constituição de "uma comissão de trabalho que acompanhe a nível parlamentar a implementação" de um novo modelo de avaliação dos professores.
No encerramento de uma sessão pública sobre educação organizada pelo PSD, no Parlamento, Aguiar Branco anunciou que vai "contactar todos os grupos parlamentares, inclusive o do PS, para que seja possível uma deliberação parlamentar" para concretizar quatro objectivos.
"Primeiro: que acabe com a divisão da carreira docente entre professores titulares e não titulares. Segundo: que suspenda o actual método de avaliação. Terceiro: que comece, desde já, um novo processo negocial para que em trinta dias se consiga fazer um novo método de avaliação", enunciou.
"Quarto: vamos propor na Comissão de Educação permanente da Assembleia da República a criação de uma comissão de trabalho que acompanhe a nível parlamentar a implementação desse novo método", completou o líder parlamentar do PSD.
Aguiar Branco apelidou essa iniciativa de "pontapé de saída" para que se encontre "construtivamente uma solução para este problema".
"É evidente que estaremos preparados para, nesse novo processo negocial, de uma forma construtiva, de uma forma envolvente, também nós aí espelharmos quais são as nossas posições", acrescentou.
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Comentários (24)
Eu sou a favor da avaliação. Acho importante despedir os que não prestam e pagar muito bem os excelentes professores. Promover o mérito só faz bem.
ASS: Gestor
Será que o país roda em volta dos PrevilÉGIOS dos prof? Os desempregados nÃO CONTAM? NEM OS QUE HÁ MESES NÃO RECEBEM SALÁRIOS?
Por amor de deus tenham respeito pelo povo. Querem roubar ao povo para dar aos profs!
O grande problema é que os sindicalistas professores não querem qualquer tipo de avaliação. O resto é conversa fiada!
que engraçado os directores das escolas serem eleitos pelos professores.
será que nas empresas, nos bancos, nas chefias da Função Publica , são os funcionários que elegem os seus Directores os seus Administradores ? tudo isto se resume a uma questão :DINHEIRO. Depois acontece o que vem no diário económico de hoje:DESPESA DO ESTADO BATE RECORDE e nós todos a pagar.
OS PROFESSORES DEVEM SER AVALIADOS como são todos os outros trabalhadores.
Daquilo que me vou apercebendo á conversa com professores, uns conhecidos outros amigos, é que os professores não queriam nenhum tipo de avaliação. Na praça pública afirmam que querem avaliação, não esta mas outra, mas em privado falando com eles, mesmo que por pouco tempoo, rápidamente nos apercebemos que lá no fundo o que eles queriam era não ser avaliados.
O PSD partido sem rumo, sem liderança capaz, mais preocupado com as guerras internas do que o interesse do nacional, acaba por ir a reboque dos restantes partidos da oposição quando o seu papel, como partido responsável, partido alternativo, não deveria ser esse. O estado do PSD neste momento é tal que nem ao própro governo, PS, interessa.
Cara D. Atília
tenho muita pena dos professores titulares que ficaram "aprisionados" em lugares longínquos das suas residências. Pergunto: quem os obrigou a concorrer e alimentar esta forma de divisão entre professores que provocou um mal estar profundo e dividiu a classe? Alinharam na política da Lurdinhas e sus muchachos? Agora aguentem e não façam exigências. Esperem que o problema seja resolvido e depois, calmamente, regressem ao que sempre deveriam ter sido: professores e nada mais!
Tanta hipocrisia por parte dos partidos da oposiçao.
Quanto as pessoas que acham bem, gostaria de perguntar qual a logica da carreira de professor ser unica, as carreiras sao constituidas por escaloes .Nao conheço nenhuma carreira ,cujos membros, atinjam todos o topo.
Sobre as classificaçoes, seria ridiculo voltar as auto avaliaçoes .
Por muito injustas que sejam, mais injusto e nao ser classificado.Esta teoria da autoavaliaçao ou nao avaliaçao so e defendida pelos imcompetentes.
So uma sugestao, porque nao passam os professores para a Funçao Publica.
Pois, desse lado so querem o que tem de positivo.
Dos professores contratados, autênticos escravos e mão de obra barata, ninguém fala.
Parece-me que o BE trabalhou e apresentou já um novo modelo. Por que não fala disso Aguiar Branco? Podem começar já a discutir essa proposta e ficará pronta em 30 dias!
O mais urgente de tudo o que se está a passar na carreira docente é acabar com a divisão da carreira. Separaram-se os professores em titulares e não titulares, sendo que os que mais dão aulas e por isso mais são professores, são nesta altura os não titulares. É uma contradição que se dê mais importância a quem não dá aulas do que se dá a quem sempre teve alunos nos seus anos de serviço e assim foi cumprindo a missão para a qual se formou: ser professor. Impedir a maioria dos professores de progredir, ainda que tenham uma avaliação de muito bom ou de excelente, só porque se encontravam nos antigos 8º ou 9º escalão e não passaram a tirulares é uma tremenda injustiça. Ser professor é sobretudo dar aulas. Para agravar a situação de injustiça, não se conhecem funções específicas numa grande maioria de professores titulares, progredindo eles na carreira ao realizarem trabalhos semelhantes a colegas seus de curso, por vezes com melhor nota, mas que por acaso não passaram a titulares. Haja dignidade e respeito por profissionais que são gente...
Este métedo de avaliação se for rectificado é um bom método, quanto a mim só peca por já ter sido apresentado pelo PS e não por um outro artido.
Só faz sentido acabar com o actual modelo de avalição se, e em simultâneo fôr implementado um novo modelo de avaliação. Isto é elementar. Mas que pobreza reina na cabeça de muitos politicos deste país, será que merecem o que os contribuites lhes pagam???.
Qualquer modelo nunca será pior que o actual.
Parece-me uma base de trabalho muito construtiva e passível de aceitação geral. Avance.
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