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Vasco Pulido Valente defende que um dos principais problemas actuais é a “indefinição do Estado”.
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No dia em que o Diário Económico reúne, em conferência, os três candidatos à liderança do PSD, Vasco Pulido Valente aponta as falhas do partido e diz que “eleições antecipadas não podem resolver nada”.
O principal partido da oposição vai a votos para escolher um novo líder, mas Vasco Pulido Valente considera que as suas "ideias não são importantes para a situação política actual".
O historiador e comentador político defende que o PSD, tal como o PS, "precisa de ideias, de um destino, de um programa e de um objectivo". Mas no seu entender nenhum dos candidatos a líder da oposição sabe como ter "menos Estado", a necessidade mais premente do país.
Já quanto à possível realização de eleições antecipadas, garante que estas "não ajudam nada e não podem resolver nada". "Só podiam resolver se tivessem dois objectos compreensíveis: a independência do Estado dos lóbis e a independência do populismo". "O que oiço dos candidatos [a líder do PSD] são apenas coisas simpáticas para chegar ao poder", conclui.
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