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Centro-direita está preocupado com a pressão dos mercados.
O desfecho "previsível" e "esperado" do encontro entre Sócrates e Merkel como é retratado aos olhos de PSD e CDS, não baixa o tom da pressão que os partidos do centro-direita mantêm sobre o Governo. Social-democratas e democratas-cristãos estão preocupados com a pressão dos mercados que continuam a cobrar taxas acima dos 7%, a entrada do País em recessão e a falta de reformas.
Miguel Macedo, líder parlamentar do PSD, exigiu ontem "reformas estruturais" porque "não basta fazer um aumento de receita no País, através dos impostos sobre os cidadãos e as empresas". Passos Coelho há duas semanas pedia ao Governo "que se despache", ontem Miguel Macedo dizia que "cada dia que passa torna mais inadiável a adopção de medidas que tardam, da parte do Governo".
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