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A sondagem da Marktest dá 46,7% das intenções de voto ao PSD, 24,5% ao PS, 8,9% ao Bloco de Esquerda, 6,7% ao PCP e 6,3% ao CDS.
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Centro-direita tem mais de metade das intenções de voto. PS cai para os 25%. Popularidade de Sócrates está no valor mais baixo de sempre.
O centro-direita tem mais de metade das intenções de voto, o PSD continua em terreno de maioria absoluta com o CDS a crescer, enquanto o PS alcança o segundo valor mais baixo desde que Sócrates foi eleito líder dos socialistas.
A sondagem da Marktest para o Diário Económico e TSF dá 46,7% das intenções de voto ao PSD, 24,5% ao PS, 8,9% ao Bloco de Esquerda, 6,7% ao PCP e 6,3% ao CDS. Contas feitas, o destaque do mês de Março vai para os socialistas que caem quatro pontos percentuais e para Bloco de Esquerda (sobe três pontos) e CDS (sobe dois pontos). Pelo sexto mês consecutivo o centro-direita - PSD junto com CDS - supera os 50%.
Manuel Meirinho, politólogo, diz que estes dados revelam dois castigos ao PS. "Um estrutural que já se traduzia nas sondagens há alguns meses e um conjuntural que tem que ver com o PEC IV e com a forma como foi apresentado". António Costa Pinto considera "fundamental" nesta sondagem "a continuidade do PSD como grande alternativa ao PS, muito embora uma crise e uma campanha eleitoral venham a ter um papel importante". Ainda assim, acrescenta, que, "nesta conjuntura, será difícil que o PSD não suba nas intenções e o PS não desça".
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