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Em declarações ao canal Etv, o analista Pedro Lino afirmou que as recentes subidas das acções dos bancos são "bastante excessivas."
A subida recente das acções no sector bancário português deve ser encarada com prudência. Em declarações ao canal Etv, Pedro Lino, CEO da Dif Broker, sublinhou que "não é normal os bancos subirem 10 ou 15%."
"É recomendável que os investidores tenham muita prudência. São valorizações bastante excessivas porque os problemas ainda não terminaram. Nota-se que durante o dia há ordens que estão lá e, no minuto seguinte, já não estão", afirmou o analista.
Ainda em relação aos resultados dos bancos nacionais, os piores de sempre, Lino preferiu realçar o bom comportamento da actividade internacional da banca. "Os bancos não faliram e souberam gerir as suas actividades. A actividade internacional foi muito forte, ao contrário da doméstica."
Em cima da mesa esteve também o tema da Grécia, no dia em que o jornal americano Wall Street Journal noticiou que o BCE vai assumir perdas na reestruturação da dívida grega.
"Neste momento, o BCE está a fazer uma última tentativa para manter a Grécia no euro. Mas é também necessário que os gregos entendam que vão ter de implementar reformas."
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