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Administração da Brisa recomenda que cada accionista decida sobre a OPA "com base nos próprios objectivos de investimento".
O conselho de administração da Brisa reagiu hoje oficialmente à revisão da contrapartida da OPA da Tagus - Grupo José de Mello e Fundo Arcus, de 2,66 para 2,76 euros por acção.
"O conselho de administração é do entendimento que a contrapartida da oferta continua a inserir-se dentro de um intervalo razoável de valor intrínseco da Sociedade", lê-se no documento, onde se considera também que "este aumento da contrapartida contribui para a confluência com os interesses dos accionistas".
A administração da Brisa mantém ainda assim a recomendação de que "cada accionista tome a sua decisão quanto à venda ou manutenção das acções com base nos próprios objectivos de investimento e respectivo horizonte temporal".
O relatório hoje publicado na CMVM, o regulador do mercado, foi "aprovado por unanimidade na reunião do Conselho de Administração realizada a 13 de Julho" e em que "todos os administradores estiveram presentes, com excepção de um administrador".
Na bolsa as acções da Brisa continuam a negociar abaixo da contrapartida. Hoje descem 0,38% para 2,64 euros.
A José de Mello (33%), a Arcus (21%) e a Abertis (16%) são os maiores accionistas da concessionária.
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