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Em 2009, o défice italiano subiu para os 5,2% do total da riqueza gerada e a dívida pública situou-se nos 115% do PIB.
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O economista-chefe da Goldman Sachs diz que o aumento da procura por produtos de luxo italianos está a ajudar a economia do país.
Depois da Grécia, quem será o próximo país da zona euro a ser alvo dos holofotes dos mercados? O economista-chefe da Goldman Sachs e criador da sigla BRIC diz que a Itália não será a próxima vítima.
Jim O'Neill explicou, em entrevista à CNBC, que todos aqueles que apontam a Itália como o próximo país a chamar as atenções dos investidores devido a uma crise das contas públicas não têm conhecimento do sentido de estilo do país liderado por Silvio Berlusconi.
O economista-chefe da Goldman e criador da sigla BRIC (Brasil, Rússia Índia e China) diz que, com base nas suas visitas recentes a Itália, a procura destes países por produtos de luxo, de marcas como Prada ou Gucci, está a ajudar a economia italiana.
Na mesma entrevista, O'Neil adiantou que enquanto as atenções estão voltadas para a hipótese de a Grécia entrar ou não em incumprimento, as economias dos BRIC "têm estado a desenvolver-se loucamente", aumentando a procura por produtos de luxo italianos e viagens ao país mediterrâneo, o que beneficia a economia italiana.
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