Mais Lidas
Comunidade
Lisbon Católica School of Business & Economics, Nova SBE e EGP surgem na lista das melhores escolas do mundo na formação de executivos.
Não há provavelmente nenhuma área mais competitiva no mundo do ensino superior nas áreas de gestão, economia e finanças que a da formação para executivos. Com as empresas cada vez mais conhecedoras e exigentes quanto à formação que dão aos seus colaboradores de topo, todas as escolas de negócios no mundo têm este sector no topo das suas prioridades.
Assim, é especialmente encorajador ver que Portugal voltou a subir nos ‘rankings' do Financial Times (FT) mantendo três escolas, pelo segundo ano consecutivo, nas listas do prestigiado jornal económico: Católica Lisbon School of Business and Economics (Católica-Lisbon), Nova School of Business and Economics (Nova SBE) e EGP - University of Porto Business School (EGP-UPBS).
Para Nadim Habib, CEO da Nova Executivos, estes resultados explicam-se por uma maior "proximidade à realidade das empresas e dos gestores que permite investir em respostas concretas e adaptadas a cada contexto e sector". O responsável da Nova SBE, que se posiciona no 47º lugar do ‘ranking' geral do FT para a formação de executivos, ao qual se junta a 48ª posição nos cursos feitos à medida das empresas e a 53ª nos cursos de inscrição aberta, revela ambições de mais e melhor no futuro próximo. "O objectivo da Nova é estar no top 25 nos próximos cinco anos", acredita Nadim Habib.
Pelo sexto ano consecutivo nos ‘rankings' do FT do sector e com os melhores resultados de qualquer escola portuguesa, a Católica-Lisbon aparece na 46ª posição do ‘ranking' geral, com um 48º lugar na formação à medida e a 51ª posição nos cursos de inscrição aberta. Para Luís Cardoso, coordenador da formação de executivos da Católica-Lisbon, a melhor forma de manter e até melhorar estes resultado prende-se com "a internacionalização das nossas actividades. Esta continuará a ser a nossa grande aposta".
O professor lembra, no entanto, que esta não será uma tarefa fácil no futuro. "Este é um mercado muito competitivo, em que nomeadamente as escolas asiáticas marcam ainda pouco a sua presença", lembra. "Esta tendência irá inverter-se num futuro próximo, pelo que estaremos muito atentos à qualidade do serviço que prestamos no sentido de continuar a garantir a nossa presença nos ‘rankings' nos próximos anos".
‘Rankings' são um resultado, não um objectivo
A aparecer pela segunda vez no topo da hierarquia mundial da formação de executivos, a EGP-UPBS surge na 64ª posição no ‘ranking' FT para a formação feita à medida das empresas. "Apostamos numa estratégia de especialização na formação para executivos de excelência que tem sido bem-sucedida pela nossa proximidade às empresas, pela nossa flexibilidade e dinamismo e inovação no desenho dos nossos programas", aponta Ana Paula Serra, ‘vice dean' da escola de negócios da Universidade do Porto e responsável pelo pelouro da formação de executivos.
"A presença nos ‘rankings' é importante e, por isso, queremos continuar a melhorar, ano a ano, a nossa posição, bem como alargar a nossa presença a outros ‘rankings' internacionais conceituados", garante a dirigente. No entanto é de realçar "esse objectivo não é encarado pela EGP-UPBS como um fim em si mesmo, mas essencialmente como uma consequência natural dos processos de melhoria contínua e acreditação em que estamos envolvidos".
O que não quer dizer que estas conquistas não sejam muito valorizadas pelas escolas de negócios portuguesas. "Embora não sejam o objectivo primordial da Escola, os ‘rankings' são um barómetro fundamental relativamente à nossa progressão e à qualidade daquilo que fazemos", defende José Ferreira Machado, director da Nova SBE. "Tendo em consideração que os ‘rankings' são construídos com base na opinião dos nossos alunos e das empresas que são nossas parceiras, eles constituem um ‘feedback' muito importante sobre o trabalho da Nova", explica.
No futuro próximo, os olhos estão postos no topo, numa subida constante e estruturada num esforço constante de internacionalização. Nadim Habib fala da expansão ao Brasil, na sequência do que a Nova fez em Angola e Moçambique, enquanto Luís Cardoso, da Católica-Lisbon, realça que as escolas portuguesas, geralmente esquecidas nas considerações a nível global, conseguem melhores resultados que as da maioria dos países na União Europeia. "A nossa ambição será de continuar a evoluir ainda mais neste processo de afirmação internacional", acredita.
Notícias da mesma categoria
Disclaimer: "O Económico apela aos leitores para que utilizem este espaço para um debate sério e construtivo, dispensando-se, para o bem de todos, o insulto e a injúria gratuitos. Desaconselha-se o uso exclusivo de maiúsculas e a repetição de comentários. Comentários inadequados devem ser denunciados e quando tiverem mais de cinco denúncias serão eliminados. O IP do leitor não será revelado mas ficará registado na base de dados".
Publicidade
Acções do PSI 20
Divisas
A tecnologia que muda a internet. Realtime





