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Metade da área para plantar eucaliptos em Manica foi rejeitada pelas populações locais.
A Portucel vai ter de rever o plano de investimento em Moçambique, no capítulo das áreas florestais. O Governo moçambicano tinha atribuído à empresa de Pedro Queiroz Pereira, a título de concessão, na região de Manica, uma área para a plantação de eucaliptos que alimentasse a produção da nova unidade industrial do grupo fora de Portugal. Segundo avançou ontem a Lusa, citando fonte do governo de Manica, esta entidade autorizou a concessão de 220 mil hectares à Portucel para produzir papel, mas mais de metade da área foi reprovada pela população.
O estudo de viabilidade do grupo Portucel havia identificado as áreas em cinco distritos da província, mas nas consultas comunitárias várias parcelas foram reprovadas, o que fez com que novos estudos fossem desenvolvidos em novas áreas.
"Das parcelas anteriormente definidas pela empresa [Portucel], que perfaziam o total dos 220 mil hectares, apenas 80 mil estavam disponíveis e as restantes foram reprovadas pela população no acto das consultas comunitárias", explicou Lázaro Gumende, chefe dos serviços de Geografia e Cadastro do Governo de Manica.
*Leia a versão completa na edição de hoje do Diário Económico
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