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Alfredo Amaral é o primeiro português a assumir a direcção da Peugeot Portugal.
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Reestruturação do grupo francês avança em Portugal e estará concluída até Setembro.
A reorganização que o grupo Peugeot Citroën (PSA) está a realizar em Europa vai agregar as estruturas de ‘back office' das marcas Peugeot e Citroën em Portugal. Uma mudança que o cliente final não irá notar mas que implicará a redução de recursos humanos por marca, bem como a optimização dos activos que o grupo detém no mercado nacional.
"Mantemos o ADN das marcas e as redes de concessionários independentes como se fossem adversários. Mas por trás temos uma estrutura comum que nos ajuda a fazer o trabalho e a optimizá-lo", explica o novo director-geral da Peugeot Portugal, Alfredo Amaral, ao Diário Económico.
A Peugeot Portugal emprega 80 pessoas, mas depois da reestruturação ficará com metade dos funcionários afectos à marca. Dos restantes 40 colaboradores, explica o gestor, "cerca de 10% das pessoas serão dispensadas [quatro a cinco colaboradores], as outras ficam na estrutura que será mutualizada entre a Peugeot e Citroën". Para que o impacto social seja menor, a fabricante optou por dispensar estagiários.
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