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Avanços nas negociações na Grécia e melhoria no mercado laboral nos EUA impulsionam preços do 'ouro negro'.
Há momentos, o barril de ‘brent', que é a referência para as importações nacionais, subia 1,4% para 113,63 dólares, na quarta sessão de avanços seguidos, acumulando assim um ganho semanal de quase 2%.
No mesmo sentido, em Nova Iorque, o crude subia há pouco 0,8% para 97,10 dólares por barril, na primeira sessão positiva nas últimas cinco sessões. Ainda assim, no acumulado da semana o crude regista uma desvalorização de 2,5%.
Os avanços nas negociações da dívida grega contribuíram para a subida do contrato de referência para a Europa durante a semana, tendência que é hoje reforçada pelos dados do emprego revelados no outro lado do Atlântico. A taxa de desemprego na maior economia do mundo caiu para 8,3%, o valor mais baixo dos últimos três anos.
"É um relatório de emprego muito forte e não surpreende que esteja a impulsionar os mercados", referiu Jason Schenker, especialista da Prestige Economics, à Bloomberg. "Mostra que a economia dos EUA está a recuperar", acrescentou.
No mercado cambial, o euro recuava 0,2% para 1,3115 dólares.
Nas outras matérias-primas, o cobre subia 2,3%. Em sentido contrário, o ouro e a prata, dois dos activos preferidos pelos investidores em tempos de maior incerteza, desciam em torno de 1% para 1.742 e 33,695 dólares a onça, respectivamente.
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