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Nuno Amado foi escolhido para substituir Carlos Santos Ferreira na liderança do BCP. Accionistas votam a 28 de Fevereiro.
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Acções do BCP têm registado forte volatilidade.
A euforia voltou a tomar conta dos títulos do maior banco privado português. Há sete sessões consecutivas que o BCP soma ganhos diários, contabilizando até à data uma valorização de 39%.
Só nas últimas duas sessões, as acções do BCP apresentaram níveis de volatilidade quase tão históricos quanto as valorizações dos títulos: se as acções valorizaram mais de 26,7% no espaço de dois dias, o "sobe-e-desce" da cotação das acções foi uma constante, registando uma volatilidade, em média, duas vezes superior à registada nas últimas 50 sessões de bolsa. Ainda ontem, as acções chegaram a negociar com ganhos de 24,43%, terminando o dia a subir 5,11%. Isto significa que houve investidores a contabilizarem perdas de 15,5%, caso tivessem comprado as acções a 21,9 cêntimos, o valor máximo do dia, e mantido os títulos até ao fecho da sessão.
Têm sido dias de grande nervosismo para os accionistas do BCP. Não é para menos: no dia de ontem, por exemplo, negociaram-se quase 93 milhões de euros em acções do BCP, o equivalente a 7% da capitalização bolsista do banco, o valor mais elevado desde 28 de Abril de 2010 e o equivalente a seis vezes o volume médio de negociação diário dos últimos três anos.
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