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À entrada do Centro de Congressos de Lisboa, a maioria dos pequenos accionistas da Portugal Telecom, que têm hoje nas mãos a decisão sobre o futuro frente à espanhola Telefónica, continuava a assumir uma posição contra a venda da Vivo.
Isto depois mesmo depois da revisão em alta da proposta, enviada à CMVM ontem, já depois das 23 horas. O novo preço é de 7,15 mil milhões de euros.
Para Vitor Cabete, consultor financeiro do BancoBest e detentor de 1.600 acções, o reforço na oferta "prova o interesse da Telefónica", mas "o centro de decisão deve manter-se em Portugal. Perdermos dimensão é muito preocupante, mas tenho confiança no Zeinal Bava e sei que ele tem preparado um plano B ou até um C".
Segundo Nélson Campos, um polícia reformado, accionista há mais de dez anos, com 22.505 acções, "perder a Vivo era a segunda derrota para Espanha". Apesar disso, e à semelhança da posição dos bancos, que afirmaram que "tudo tem um custo, menos a honra", para o antigo PSP "quanto mais dinheiro, melhor. Voto contra mas quero que isto se resolva rapidamente", disse Económico.
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