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Novos requerimentos aceleram no mês em que acabam as medidas anti-crise.
Em Julho, a Segurança Social aceitou 4.968 pedidos de subsídio social de desemprego inicial, a prestação atribuída a beneficiários pobres e com insuficiente carreira contributiva para aceder à prestação principal. Em causa está um aumento em cadeia de 46% no mês em que o Executivo retirou antecipadamente algumas medidas anti-crise.
Por outro lado, os novos pedidos de subsídio de desemprego (a prestação principal) caíram, em termos mensais, 9,3%, para 12.435. Entre as medidas de apoio aos desempregados retiradas, conta-se o prolongamento, por um período de seis meses, do subsídio social de desemprego e redução (de 450 para 365 dias) do tempo de trabalho necessário para aceder ao subsídio principal.
Juntando as duas prestações, regista-se um aumento mensal de 1,2%, contrariando a tendência de quebra dos últimos três meses. Ainda assim, a variação homóloga demonstra que os novos pedidos continuam a recuar, desta vez 21,3%.
Olhando para o total de beneficiários, os dados da Segurança Social apontam para uma redução mensal na ordem dos 0,3% (menos 1.079 pessoas a receber uma destas prestações). Face ao mesmo período de 2009, o crescimento do número de beneficiários continua a abrandar, aumentando, em Julho, 4,6% quando em Junho, o aumento tinha sido de 9,2%.
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