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O PCP pediu hoje a Sócrates a "garantia" de que as medidas previstas para o Orçamento "são as piores para ficarmos melhores", mas não ouviu do primeiro-ministro qualquer promessa.
Sócrates disse apenas que se não fossem tomadas a situação seria "muito pior" e voltou a garantir que "no final de 2011 teremos uma situação orçamental capaz de assegurar a protecção da nossa economia", melhorando "rapidamente num só ano".
Perante a resposta, Jerónimo de Sousa concluiu: entre a confiança do capital e dos mercados e a dos portugueses, "Sócrates antes prefere acalmar os mercados".
O líder do PCP atacou ainda a pressão que os banqueiros têm feito junto do PSD e do Governo e sublinhou que esta é a única parte que quer este orçamento.
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