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Passos Coelho admitiu ontem que o PSD será alternativa para que Portugal não fique no “pântano”.
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O novo pacote de austeridade vai amanhã a votos, num clima político que Passos apelida de “irrespirável”.
Pedro Passos Coelho assumiu ontem que só a realização de eleições antecipadas acaba com o clima político "irrespirável" que reina em Portugal e pediu aos portugueses que a ida às urnas sirva para "escolher uma solução de Governo forte para o futuro". Caso o Governo não retire ilações de um chumbo do PEC IV que amanhã irá a votos, o líder do PSD deixou em cima da mesa a ameaça de que será apresentada uma moção de censura.
Horas antes, Passos já tinha enviado um comunicado aos mercados financeiros, em inglês, em que assumia o compromisso "com o cumprimento das metas de consolidação orçamental assumidas pelo actual Governo", sem se comprometer com as medidas concretas que os socialistas viabilizaram na última cimeira do euro porque não são "aceitáveis".
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