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Líder do PSD, Passos Coelho, reafirma que não deixará de tomar medidas por causa de sondagens.
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PSD reconhece que a proposta de revisão constitucional foi mal comunicada aos eleitores.
Pedro Passos Coelho está disposto a assumir propostas impopulares, mesmo que isso tenha um impacto negativo para o PSD nas sondagens. Em reacção à queda social-democrata de mais de dez pontos, no Barómetro da Marktest para o Diário Económico e TSF, o líder do PSD diz recusar ter "posições neutras", mesmo que isso resulte em sondagens "menos favoráveis".
O PSD perdeu intenções de voto numa altura em que Passos Coelho assumiu uma proposta de revisão constitucional que propõe o fim da saúde e da educação tendencialmente gratuitas e a eliminação do termo "justa causa" nos limites aos despedimentos. Propostas que o PS e os partidos da esquerda "agitaram" como "fantasmas relativos a uma suposta vontade do PSD desmantelar o serviço público, que não é verdadeira", disse Passos, admitindo: "A reforma do Estado Social que precisamos de fazer pode não ser à primeira vista muito popular".
A "coragem" de Passos para apresentar medidas "que não são facilmente defensáveis junto do eleitorado" já tinha sido elogiada por Paulo Rangel. Mas, além de "impopular", a proposta terá sido "mal explicada", reconhecem muitos dentro do próprio partido, como o deputado Guilherme Silva e o presidente a distrital de Lisboa Carlos Carreiras. Em declarações ao Diário Económico, o deputado eleito pela Madeira (que se absteve quando a proposta foi votada em Conselho Nacional) diz que este foi um "processo mal conduzido", mas desvaloriza as suas consequências a longo prazo: "É bom passar por baixas conjunturais porque também se aprende com os erros". Já Carlos Carreiras acredita que ainda há tempo para dar as explicações necessárias e "fazer assentar a poeira, que foi aproveitada de forma demagógica pelo PS".
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Comentários (46)
Caro Shr. Passos, que as leis que pretende implementar comecem por si e pelos partidos. Vocês têm que dar o exemplo. Serem primeiro as cobaias, para que depois nós, classe trabalhadora, aceitemos fazer o mesmo.
Enquanto vocês têm bons ordenados, mesmo que governem mal, não são responsabilizados nem penalizados por isso, o mesmo não se pode dizer da classe trabalhadora, que é sempre a sacrificada. Eu ainda não vi nem ouvi um político queixar-se que está desempregado. Há sempre tachos bem pagos para vocês. Porque será? Reflita sobre isso e ponha a mão na consciência.
Comº a censurar , de certeza....
Claro que finalmente assumiram... o que sempre foram - LIBERAIS...
por isso ficou um PARTIDO GAY !...
egora o JPAB, depois de ouvir o PSL e estar no CN do PPD/ PUL vai dizer ao PPC k na rwedacção do Programa vai mitigar a estupidez e o rasgar da matriz fundacional do PPD...
E já temos 10 RAZÕES PLAUSÍVEIS para despedir COM JUSA CAUSA este partido de trocatintas e baralhados mentais, para 4ª ou 5ª força POLÍTICA ...
JOSÉ ATENTO
COPIA PARA COLARES ESTA QUE EUNÃO TENHO TEMPO...
Comº a censurar , de certeza....
Claro que finalmente assumiram... o que sempre foram - LIBERAIS...
por isso ficou um PARTIDO GAY !...
egora o JPAB, depois de ouvir o PSL e estar no CN do PPD/ PUL vai dizer ao PPC k na rwedacção do Programa vai mitigar a estupidez e o rasgar da matriz fundacional do PPD...
E já temos 10 RAZÕES PLAUSÍVEIS para despedir COM JUSA CAUSA este partido de trocatintas e baralhados mentais, para 4ª ou 5ª força POLÍTICA ...
JOSÉ ATENTO
COPIA PARA COLARES ESTA QUE EUNÃO TENHO TEMPO...
RESPOSTA A... Carlos Martins , Lisboa | 31/07/10 23:08
e também porque não substituir (correr) com os patrões que temos ?
E assim sendo, que o seu produto teve um custo de produção reduzido em metade, depreendo que seria vendido por metade do preço?! Ou seria vendido pelo mesmo dinheiro? Ou baseado na demagogia empresarial portuguesa, os fundos adquiridos com os ganhos de produção seriam para serem transferidos para paraísos fiscais? Pobres mentes, quando reduzem uma produção ao preço do trabalho. Isto é a qualidade/cultura tipo, dos nossos empresários...
Pela conversa ou é reformado ou vive à custa da exploração dos outros.
Pela sua lógica...
Deixemo-nos de demagogias. Existindo um empregado a ganhar 2.000 e sendo possivel substitui-lo por outro a ganhar 1.000, porque não faze-lo?. Todos ficariam a ganhar. A empresa , porque reduziria os custos. O novo trabalhador admitido, porque saíria do desemprego. O estado, porque se libertaria do custo social dum desempregado. O ex-empregado, porque tomando noção do seu novo valor de mercado, rapidamente encontraria novo emprego ganhando 1.000
Posteriormente...
Deixemo-nos de demagogias. Existindo um empregado a ganhar 1.000 e sendo possivel substitui-lo por outro a ganhar 500, porque não faze-lo?. Todos ficariam a ganhar. A empresa , porque reduziria os custos. O novo trabalhador admitido, porque saíria do desemprego. O estado, porque se libertaria do custo social dum desempregado. O ex-empregado, porque tomando noção do seu novo valor de mercado, rapidamente encontraria novo emprego ganhando 500
Mais tarde...
Deixemo-nos de demagogias. Existindo um empregado a ganhar 500 e sendo possivel substitui-lo por outro a ganhar 250, porque não faze-lo?. Todos ficariam a ganhar. A empresa , porque reduziria os custos. O novo trabalhador admitido, porque saíria do desemprego. O estado, porque se libertaria do custo social dum desempregado. O ex-empregado, porque tomando noção do seu novo valor de mercado, rapidamente encontraria novo emprego ganhando 250
etc, etc
O governo dá apoio ás empresas para despedir em massa e depois corta nos direitos dos desempregados o despedimento colectivo de 112 familias do casino estoril é um caso flagrante e ninguem investiga .
Caro sr JOSÉ ANTÓNIOC
Como gosto de ouvir comentários de pessoas como o sr e outros assim como que dizem que a segurança no emprego está na competência, será que as pessoas têm noção daquilo que dizem?
Trabalho numa empresa há 27 anos, sou um trabalhador exemplar nunca falto ao trabalho, nunca estou com baixa, cumpro escrupulosamente com aquilo que se me é exigido e no entanto a empresa o patrão está mortinho para me pôr a andar a mim e a muitos nas mesmas condições que as minhas e sabe porque?
Sabe sr António mandamdo-nos embora pode contratar outros trabalhadores, com contratos precários e ganhado metade daquilo que eu ganho, tirando~lhes as regalias que ao longo dos anos os trabalhadores conquistaram com o seu esforço. ´e tão simples como isso.
grant lee bufalo- Ao contrário do que pensa, conheço, talvez melhor que o Sr. as agruras da vida, já levo 65 anos de idade, comecei a trabalhar com 12 e nunca com empregos de primeira, trabalhando por conta de outrem, várias vezes fiquei desempregado, nunca me aproveitei do desemprego nem recorri às leis laborais, perdia um emprego arranjava outro e quando, finalmente me saturei da situação, comecei a trabalhar por conta própria e hoje não preciso dos patrões, pelo contrário, eles é que precisam de mim e eu escolho-os, portanto não perca o seu precioso tempo a dar-me sermões, pois sobre essa matéria não os aceito, só tenho exemplos para dar e não para receber. Cordiais cumprimentos!
Passos coelho sabe largo! Até arranjou mais uma "boia de salvação" para Sócrates! Esta questão da Constituição, não serve para nada neste momento, mas dá a Sócrates a oportunidade de sair airosamente do fogo cruzado. Depois das presidenciais, e depois de Sócrates já estar no "ponto de rebuçado", com a crise financeira já mais aliviada - Então sim, é altura de "soltar os cães", e tomar conta do poder em "bandeja dourada"......
Alguém disse aqui: "Acho bem! se conseguir fazer leis duras contra a anarquia que se vive em Portugal, já terá o meu voto, leis contra a corrupção, leis contra os ladrões, leis contra a máfia, leis contra todos os vigaristas que infestam este belo País e posso garantir muitos milhares de votos".
Pois sim, desafio alguém a encontrar no discurso do PPC uma ponta, um cheirinho, um rasto de alguma medida, ideia ou sequer intenção que vá no sentido da frase acima. Não, não há e não há porque ele está precisamento ao serviço dos citados. É vê-lo a ser sempre rodeado de tais individuos, é vê-lo sempre a prestar subserviência a tais personagens. Nem podia ser de outra forma...no paraiso ultra-liberal selvagem do PPC, tribunais não existem, regulação não existe, o estado existe para servir de mordomo aos homens do regime, a pátria é o capital e tudo vale em nome dele. Num ideal ultra-liberal não há corrupção, nem poderia haver, ela é legal com apenas uma diferença de nome, chamem-lhe de lobbying que é mais pomposo. Corrupção passa a profissão, passa a ser um serviço pago e quem sabe com direito a desconto de IRS. O dinheiro compra ? Então é legal.
Este Coelhinho ainda anda a comer cenoura ralada... ainda Se vai engasgar com tanta prosápia light.
Um verdadeiro desastre na coelheira.
Acho bem! se conseguir fazer leis duras contra a anarquia que se vive em Portugal, já terá o meu voto, leis contra a corrupção, leis contra os ladrões, leis contra a máfia, leis contra todos os vigaristas que infestam este belo País e posso garantir muitos milhares de votos! mas para isso é preciso correr com esses juízes que nada fazem, correr com esses advogados que defendem criminosos, correr com todos que venham a ter problemas com a justiça, não podemos confiar nessa gente? não podemos ser arrastados pelos maus íntimos dessa canalha que só nos engana todos os dias, e fazer leis para que se possa acabar com os offshores..
GIL-a liberalização dos despedimentos, chegando alguns idiotas a afirmar que, com esta lei os patrões começavam a despedir aos milhares.
Já respondi muitas vezes a este comentário noutras ocasiões, mas eu volto a repeti-lo.
O desejo ardente dos patrões poderem despedir à vontade, não resulta da ideia de eles quererem trabalhar sozinhos, que muitos deles nunca fizeram nada na vida , nem dar valor a quem trabalha mas sim poderem reduzir o máximo o possível o pessoal expremendo-o de todas as maneiras.
Os novos contratos são todos precários, se for possível a pagar o ordenado mínimo, mesmo que se tenha algumas habilitações e há muitos casos na minha empresa. sei do que falo, e isto daria pano para mangas-
Sabe no outro dia ouvindo a quadratura do circulo na SIC, quando o Pacheco Pereira foi confrontado com esta posição do PPC, sabe qual foi a resposta?
Que mais vale que todos os portugueses terem um emprego de segunda a que alguns tenham um de primeira e outros nenhum.
Bastante elucidativa esta resposta. Pelos vistos o seu comentário, ( Gil ) denota que está de acordo com esta ideia.
Eu pelo menos fiquei a pensar quem são os que têm os empregos de primeira em Portugal?
Acho que toda a gente sabe, aqueles que estão ao mando do grande capital que são bem pagos com os impostos dos portugueses, e têm as mordomias todas como se Portugal fosse um país rico que lhes deve tamanhas benesses.
Além disso pergunto-me também o que é que são empregos de segunda, será que mesmo esses estão ao alcance da maioria dos trabalhadores portugueses.?
Bem esse comentário vem de alguém que não conhece e que nunca trabalhou numa fabrica ou numa empresa 8, 10 , 12 14, 16 horas por dia como acontece em muitas e das pressões com que os trabalhadores são confrontados no seu dia-a-dia. Só me resta para concluir este comentário que já vai muito extenso o seguinte.
Perdoai-os Senhor que eles não sabem o que dizem.
As medidas são impopulares porque são contra a população. Até agora o PPC só tem sabido defender ideias contra as pessoas.
Ele tem alguma para acabar com o abuso, corrupção, lobbying, tráfico de influências ? Nem uma só. Não se vê uma, uma medida que seja para controlar a gula dos patrões escravagistas dele. Andam os EUA, supostamente a terra prometida do capitalismo, a trabalhar para controlarem os abutres e anda cá o PPC a querer dar-lhes ordem total de rapina.
Fala-se muito nos outros paises, que despedem assim e assado... É só tretas para inglês vêr. Os paises que mais facilmente despedem, e mesmo assim não são despedimentos à-la-carte, não tem os patrões, os tribunais e o estado inepto que Portugal tem. Lá os direitos funcionam, os tribunais funcionam para impor os direitos, e o estado é neutro e regula. E cá ?? a balança cairá só para um lado: para o lado oposto dos miseraveis.
Se supostamente a leis laborais são assim tão más como se explica a cenas pornográficas que temos assistido diariamente das grandes empresas e bancos, que num pais mergulhado na sua pior crise, estas anunciem os maiores lucros de que há memória ? É vê-los atrás uns dos outros ? E depois é o estado social que tem que ser sacrificado ? Para quê ? Para engordar este lucros que são directamente transformados em dividendos para os accionistas ? Nada fica nelas ?
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