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A dimensão do mercado associada aos níveis de crescimento do mercado chinês levam as empresas portuguesas a deslocarem-se para o Oriente.
Ninguém fica indiferente a um mercado com mais de mil milhões de consumidores. Nem mesmo as empresas portuguesas, que poderiam ver na dimensão da China um elemento dissuasor na sua estratégia de expansão internacional.
Desde grandes companhias, como a Portugal Telecom (PT), a Cimpor ou a Corticeira Amorim, até estruturas de média dimensão como a Dão Sul, a Salsa Jeans ou a Fly London, Portugal está na China há vários anos. "É um mercado que está a crescer, tem dinheiro e poder de compra e, sobretudo, tem muita apetência pelo vinho, mesmo a nível de produção", explica Paulo Amorim, presidente da Dão Sul, presente no mercado chinês por via de uma ‘joint venture' com uma empresa local.
Paulo Amorim confirma que "as parcerias são a melhor forma para entrar naquele mercado". Apesar das inúmeras burocracias que tiveram de ultrapassar, Paulo Amorim estima que este ano as "vendas na China possam ultrapassar os dois milhões de euros". E, ainda que as exportações de vinhos sejam residuais, a taxa de crescimento das vendas antecipa boas perspectivas para os produtores portugueses. A maior empresa nacional do sector, a Sogrape, também tem uma posição na IW Hong Kong e abriu recentemente um escritório em Xangai.
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