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Rui Semedo, Banco PopularDepois de apenas quatro meses como administrador delegado no Barclays Espanha, Rui Semedo aceitou ser presidente do Banco Popular, em Outubro deste ano. 2007 foi, aliás, um ano preenchido para o gestor. Depois de mais de 15 anos ao serviço do BCP, em 2003 foi escolhido para presidente da operação portuguesa do banco britânico. E já este ano foi nomeado administrador delegado do Barclays em Espanha – cargo que deixou para subir a CEO do Banco Popular em Portugal.
Vikram Pandit, Citigroup
Deixando para trás a Morgan Stanley, o indiano Vikram Pandit foi promovido a líder do Citigroup quando o anterior CEO , Charles Prince, ter deixado a instituição em apuros, devido aos investimentos em créditos ‘subprime’. Não foi, ainda assim, uma transferência directa, uma vez que Pandit tinha já deixado a Morgan Stanley para criar o seu próprio ‘hedge fund’. Este fundo acabou por ser comprado pelo CITI – que aproveitou para levar também o seu actual líder.
Nuno Santos, SIC
A troca de lados da “barricada” não se dá apenas no mundo da banca e da alta finança. Nuno Santos é o mais recente exemplo de uma transferência entre grandes empresas, neste caso, de televisão: acaba de trocar a RTP pela SIC, regressando como director de programas à casa onde passou anos. E leva consigo o profundo conhecimento da estratégia da RTP, que ele próprio montou, além de poder também levar algumas estrelas da estação pública, para reforçar o canal da Impresa.
João Freixa, BES
Gestor de grande currículo em Portugal, passou do Barclays para a presidência da Euronext Lisbon, de onde saiu para a vice-presidência da Caixa Geral de Depósitos. Em Agosto de 2005, o ministro das Finanças fez uma profunda remodelação da administração do banco público e, passados alguns meses, João Freixa surge como assessor da administração do BES. Foi apenas a porta de entrada, já que actualmente faz parte da comissão executiva deste banco.
Luis Mira Amaral, BPI
Na própria manhã em que deixou a Caixa Geral de Depósitos, Mira Amaral foi convidado – como o próprio fez questão de tornar público – para voltar ao BPI, tanto por Fernando Ulrich como por Artur Santos Silva. A saída da CGD aconteceu na sequência da última remodelação do banco estatal, que dirigia numa divisão sensível com António de Sousa. Engenheiro de formação e antigo ministro, Mira Amaral ainda hoje define o BPI como a sua “escola de gestão bancária”.
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