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O comité tecnológico da Oi, liderado por Zeinal Bava, já identificou as linhas de acção necessárias para a modernização da operadora brasileira.
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Operadora onde a PT tem uma posição de 25,6% terá de abrir o acesso à infraestrutura.
A operadora brasileira Oi - onde a Portugal Telecom (PT) tem uma participação de 25,6% - é uma das empresas de telecomunicações daquele país que terá de abrir a sua rede de fibra óptica à concorrência sem cobrar "preços abusivos" pelo acesso à infra-estrutura. Em causa está uma decisão a tomar em breve pelo governo e pelo regulador das telecomnunicações, como explicou o ministro das telecomunicações do Brasil, Paulo Bernardo, em entrevista à Bloomberg. "Isto será exigido às empresas, não vale tudo", disse o governante. "A empresa poderá cobrar mas não pode bloquear o acesso".
A Oi, que detém a maior infra-estrutura fixa do país, não será a única a abrir a sua rede. Também as concorrentes Telefónica Brasil e América Móvil terão de partilhar o acesso. Ou seja, todas as empresas que tenham redes de fibra óptica terão de abrir as condutas e dar passagem para permitir que os concorrentes possam fazer a sua própria cablagem. E as operadoras móveis que tenham torres terão de permitir que outras empresas coloquem antenas nas suas infra-estruturas.
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