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A Burger King aceitou a oferta da 3G Capital de quatro mil milhões de dólares. Acções sobem mais de 20% em Nova Iorque.
O 'private equity' 3G Capital chegou a acordo com a Burger King Holding para ficar com a segunda maior cadeia de 'fast food' nos EUA, por 24 dólares por acção, mais 46% do que o valor de fecho destes títulos a 31 de Agosto (16,45 dólares). O negócio está avaliado em quatro mil milhões de dólares e inclui a dívida da Burger King.
Mediante os termos deste acordo, o grupo Burger King poderá ainda aceitar ofertas superiores até ao próximo dia 12 de Outubro, avança a Bloomberg citando um comunicado da empresa.
As vendas da cadeia de hamburguers têm vindo a baixar nos últimos dois anos, em resultado da crise económica, a principal razão apontada pelos peritos para esta venda.
Após a oficialização do negócio, as acções da Burger King disparavam 24% para 23,38 dólares em Nova Iorque, depois de ontem terem subido 14,6%, dia em que o Wall Street Journal avançou com a possibilidade da venda da cadeia de hamburguers.
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Comentários (19)
Ao Bruno,
Desculpe , mas queria elucida-lo sobre alguns factos que pelo visto parece que desconhece, a empresa Ambev, é maioritariamente Brasileira, e com sede no Brasil e filiais no resto da América latina, a IMBEV da qual a AMBEV e´sócia de 49% e dona das empresas na Europa e nos EUA da Ansuher-Bush, E não é a 1ª rede aescala global, embora em menor grau ja temos a rede de Fast Food "Boobs".
Bruno vc está fazendo uma enorme confusão, pelo simples fato de associar a compra da Burger King a Ambev. Deixe eu destacar que são duas coisas completamente distintas. A Ambev tem na sua composição acionária os mesmo nomes que controlam o fundo 3 G capital que é 100% de controle brasileiro. Na verdade quem comprou a Burger King foi o fundo 3 G Capital e este como dito e integralmente de controle acionário brasileiro e portanto o Burger king passou a ser efetivamente uma empresa 100 % brasileira e somente para o Brasil terá a obrigação de remeter lucros. Quanto a Ambev o controle da operação ficou com o grupo do Brasil porque este ficou com o maior numero de ações ordinárias que dão direito a vota, ou seja, em última análise quem manda no negócio. Este poder de decisão está na mão dos acionistas brasileiros. No mais, voce erra demasiadamente em dizer que 61 % das ações são da bélgica. A Ambev é uma empresa de capital aberto com mais de 50 % das ações negociadas em diversas bolsas do mundo, ( bolsa de Nova York e BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo - segunda maior bolsa das Américas) . Essas ações fazem com que o capital social da empresa esteja pulverizado entre diversos acionistas pelo mundo a fora independente de nacionalidade, são ações preferenciais, com direito a dividendos e sem direito a voto, portanto sem controle do negócio. Eu particularmente me incluo nesse grupo de acionistas que vem sendo tradicionalmente presenteado com bons dividendos ao final de cada ano.
Bruno vc está fazendo uma enorme confusão, pelo simples fato de associar a compra da Burger King a Ambev. Deixe eu destacar que são duas coisas completamente distintas. A Ambev tem na sua composição acionária os mesmo nomes que controlam o fundo 3 G capital que é 100% de controle brasileiro. Na verdade quem comprou a Burger King foi o fundo 3 G Capital e este como dito e integralmente de controle acionário brasileiro e portanto o Burger king passou a ser efetivamente uma empresa 100 % brasileira e somente para o Brasil terá a obrigação de remeter lucros. Quanto a Ambev o controle da operação ficou com o grupo do Brasil porque este ficou com o maior numero de ações ordinárias que dão direito a vota, ou seja, em última análise quem manda no negócio. Este poder de decisão está na mão dos acionistas brasileiros. No mais, voce erra demasiadamente em dizer que 61 % das ações são da bélgica. A Ambev é uma empresa de capital aberto com mais de 50 % das ações negociadas em diversas bolsas do mundo, ( bolsa de Nova York e BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo - segunda maior bolsa das Américas) . Essas ações fazem com que o capital social da empresa esteja pulverizado entre diversos acionistas pelo mundo a fora independente de nacionalidade, são ações preferenciais, com direito a dividendos e sem direito a voto, portanto sem controle do negócio. Eu particularmente me incluo nesse grupo de acionistas que vem sendo tradicionalmente presenteado com bons dividendos ao final de cada ano.
São "só" 21,5% de imposto de mais-valia para o estado... :) isso é que é dinheiro fácil ;)
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