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Oficial: Burger King vendido por quatro mil milhões de dólares

Cristina Barreto  
02/09/10 15:30

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1 leitores

A Burger King aceitou a oferta da 3G Capital de quatro mil milhões de dólares. Acções sobem mais de 20% em Nova Iorque.

O 'private equity' 3G Capital chegou a acordo com a Burger King Holding para ficar com a segunda maior cadeia de 'fast food' nos EUA, por 24 dólares por acção, mais 46% do que o valor de fecho destes títulos a 31 de Agosto (16,45 dólares). O negócio está avaliado em quatro mil milhões de dólares e inclui a dívida da Burger King.

Mediante os termos deste acordo, o grupo Burger King poderá ainda aceitar ofertas superiores até ao próximo dia 12 de Outubro, avança a Bloomberg citando um comunicado da empresa.

As vendas da cadeia de hamburguers têm vindo a baixar nos últimos dois anos, em resultado da crise económica, a principal razão apontada pelos peritos para esta venda.

Após a oficialização do negócio, as acções da Burger King disparavam 24% para 23,38 dólares em Nova Iorque, depois de ontem terem subido 14,6%, dia em que o Wall Street Journal avançou com a possibilidade da venda da cadeia de hamburguers.

 

 

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Comentários (19)

Nuno Alves , Coimbra | 02/09/10 19:23
Ao Bruno,
Desculpe , mas queria elucida-lo sobre alguns factos que pelo visto parece que desconhece, a empresa Ambev, é maioritariamente Brasileira, e com sede no Brasil e filiais no resto da América latina, a IMBEV da qual a AMBEV e´sócia de 49% e dona das empresas na Europa e nos EUA da Ansuher-Bush, E não é a 1ª rede aescala global, embora em menor grau ja temos a rede de Fast Food "Boobs".


Pedro , Brasil | 02/09/10 19:16
Bruno vc está fazendo uma enorme confusão, pelo simples fato de associar a compra da Burger King a Ambev. Deixe eu destacar que são duas coisas completamente distintas. A Ambev tem na sua composição acionária os mesmo nomes que controlam o fundo 3 G capital que é 100% de controle brasileiro. Na verdade quem comprou a Burger King foi o fundo 3 G Capital e este como dito e integralmente de controle acionário brasileiro e portanto o Burger king passou a ser efetivamente uma empresa 100 % brasileira e somente para o Brasil terá a obrigação de remeter lucros. Quanto a Ambev o controle da operação ficou com o grupo do Brasil porque este ficou com o maior numero de ações ordinárias que dão direito a vota, ou seja, em última análise quem manda no negócio. Este poder de decisão está na mão dos acionistas brasileiros. No mais, voce erra demasiadamente em dizer que 61 % das ações são da bélgica. A Ambev é uma empresa de capital aberto com mais de 50 % das ações negociadas em diversas bolsas do mundo, ( bolsa de Nova York e BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo - segunda maior bolsa das Américas) . Essas ações fazem com que o capital social da empresa esteja pulverizado entre diversos acionistas pelo mundo a fora independente de nacionalidade, são ações preferenciais, com direito a dividendos e sem direito a voto, portanto sem controle do negócio. Eu particularmente me incluo nesse grupo de acionistas que vem sendo tradicionalmente presenteado com bons dividendos ao final de cada ano.


Pedro , Brasil | 02/09/10 19:15
Bruno vc está fazendo uma enorme confusão, pelo simples fato de associar a compra da Burger King a Ambev. Deixe eu destacar que são duas coisas completamente distintas. A Ambev tem na sua composição acionária os mesmo nomes que controlam o fundo 3 G capital que é 100% de controle brasileiro. Na verdade quem comprou a Burger King foi o fundo 3 G Capital e este como dito e integralmente de controle acionário brasileiro e portanto o Burger king passou a ser efetivamente uma empresa 100 % brasileira e somente para o Brasil terá a obrigação de remeter lucros. Quanto a Ambev o controle da operação ficou com o grupo do Brasil porque este ficou com o maior numero de ações ordinárias que dão direito a vota, ou seja, em última análise quem manda no negócio. Este poder de decisão está na mão dos acionistas brasileiros. No mais, voce erra demasiadamente em dizer que 61 % das ações são da bélgica. A Ambev é uma empresa de capital aberto com mais de 50 % das ações negociadas em diversas bolsas do mundo, ( bolsa de Nova York e BOVESPA - Bolsa de Valores de São Paulo - segunda maior bolsa das Américas) . Essas ações fazem com que o capital social da empresa esteja pulverizado entre diversos acionistas pelo mundo a fora independente de nacionalidade, são ações preferenciais, com direito a dividendos e sem direito a voto, portanto sem controle do negócio. Eu particularmente me incluo nesse grupo de acionistas que vem sendo tradicionalmente presenteado com bons dividendos ao final de cada ano.


Mr. T , | 02/09/10 16:07
São "só" 21,5% de imposto de mais-valia para o estado... :) isso é que é dinheiro fácil ;)


joao , | 02/09/10 16:00
fiz 39% de lucro desde terça AHHAHAHAHAHA!


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