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Pedro Gonçalves diz que o OE para 2011 deve reflectir esforço de redução da despesa para não haver agravamento da carga fiscal.
"Hoje o que precisamos, acima de tudo, é de um Orçamento", afirmou à Lusa Pedro Gonçalves, considerando que "os empresários necessitam da regularidade do funcionamento da economia e do país para que possam exercer a sua actividade".
Em declarações à Lusa, o CEO da construtora pede que o documento revele "o esforço de redução da despesa. Pede-se que a convergência em termos de contas públicas se faça mais do lado da despesa do que do agravamento da carga fiscal", acrescentou.
Pedro Gonçalves realça que "as próprias empresas, em nome da competitividade, podem ter que fazer os seus próprios esforços de contenção de despesa e de redução de custos e isto poderá ser mais fácil de fazer se for entendido como um esforço global ao nível do país".
Escusando-se a apontar medidas concretas a constar no OE para 2011 por ser um tema que "está hoje demasiado no centro do debate político", o empresário reclama medidas que ponham de parte a possibilidade de "um agravamento da carga fiscal, sobretudo sobre as empresas".
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Comentários (4)
Boa tarde,
Antes de enviarem este comentários “sem nexo e totalmente desajustados da realidade”. P.f leiam!
Há tanta informação notável sobre esta Empresa, que como este Sr. CEO da Soares da Costa deveriam haver milhentos como ele…, deixem trabalhar, para que esta EMPRESA possa continuar a dar trabalho a muita população.
Quem dera a muitos Políticos e Empresários, que andam para aí de “meia tigela”, serem como Ele ou como o Sr. Sócrates. FORÇA DR. CEO.
NOTA: É inútil censurarem o meu comentário, não volto para explicar, tudo o que disse é com conhecimento de causa.
De acordo, sr. João. O estado que corte no investimento público e põe a Soares da Costa a cantar à desgarrada!
"joão", inteiramente de acordo - assumo inteiramente a sua posição, que sustento em factos indesmentíveis.
Eu começava já a cortar na parte da construção de novas infraestruturas. Uma empresa como a Soares da Costa, que trabalha praticamente na construção de projectos do estado, queria ver com sobrevivia.
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